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Orlando Fedeli: "Dr. Plinio, terror da revolução, amor e glória dos filhos de Nossa Senhora", a "gloriosa TFP"


O Sr. Orlando Fedeli se desligou do Grupo que formava a TFP brasileira
após quase trinta anos de colaboração por volta de 1980-1983, na mesma época que D. Mayer também cortou amizade. Tal afastamento veio simultaneamente com a repetição de que Plinio Corrêa de Oliveira, que o convertera à fé católica, não era santo, que matou o conservadorismo no Brasil, e que era chefe de uma seita (TFP), etc.

Fedeli, vulgo "mutuca", inclusive repudiou severamente o livro "Revolução e Contra-Revolução" (1959) décadas mais tarde. Outrora, na revista Catolicismo, ele o bem elogiava e o tomava como parâmetro ("
como bem demonstrou o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira em "Revolução e Contra-Revolução...").

Todo esse circo da inveja já foi descortinado nos links abaixo:


Refutação de uma Investida Frustra e Servitude ex Caritate, Átila S.Guimarães Download - Livros refutando Orlando Fedeli sobre a TFP

Santos sobre "não sou eu quem vivo, é meu superior quem vive em mim". A obediência cega, de mesmo sentir e mesma vontade do superior

A TFP responde Giulio Folena e Orlando Fedeli sobre escravidão e seita na TFP

Syllabus D. Mayer: elogiou o Concílio, assinou suas atas progressistas, por causa da TFP virou bispo, mas ficou inimigo e morreu excomungado

Alguns julgam este site propagador da heresia milenarista, mas curiosamente, não aceitam na prática o julgamento da hierarquia católica, e desconhecem a tradição que dizem seguir, principalmente no ensino da caridade, que afugenta o cisma. Vejam: Doutrina Católica sobre o milenarismo (crasso, mitigado, etc). Nossa posição

Esse discurso também rebate sua declaração de que teria ficado "no gelo" dentro do Grupo, mostrando que ele tinha destaque, sendo até indicado para discursar em eventos de prestígio.


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30.05.1973  –  Quarta-feira - Jubileu Episcopal de Dom Mayer - Transcrito, grifos nossos.

- O Primeiro discurso é o de Orlando Fedeli

Professor Fedeli: Excia. Revma. Dom Antônio de Castro Mayer, digníssimo Bispo de Campos; Alteza Imperial e Real, Dom Luís de Orleans e Bragança; Alteza Imperial e Real, Dom Bertrand de Orleans e Bragança; Exmo. Senhor Doutor Plínio Corrêa de Oliveira, DD. Presidente do Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade; Exmos. Senhores Diretores dessa mesma Sociedade; Revmos. Sacerdotes, Reverendas Irmãs, minhas senhoras, meus senhores, prezados militantes da gloriosa TFP. (...)

Nós saudamos em vós o brilhante co-autor, com o Dr. Plínio Corrêa de Oliveira, do livro “Reforma Agrária - Questão de Consciência“, muralha contra o comunismo, muralha contra a invasão agro-reformista e socialista aqui no Brasil. Nós vos saudamos e vos agradecemos hoje aquilo que vós fizestes com Dr. Plínio na defesa da cristandade aqui no Brasil. Se nós somos livres, se nós temos propriedade, se os mandamentos de Deus são ainda obedecidos nesse ponto nesta terra, isso se deve em grande parte ao trabalho de V. Excia. e ao Dr. Plínio.

V. Excia. permitirá a um discípulo do Dr. Plínio Corrêa de Oliveira e admirador vosso, V. Excia. permitirá a esses moços que estão aqui, que unam também, num parênteses, uma homenagem ao Dr. Plínio. V. Excia e ele, tão unidos, unidos e inseparáveis como tantos outros grandes heróis da Igreja no passado, tão unidos que é impossível separar V. Excia. dele, nesse momento eu quero dizer também uma curta palavra a ele, apenas uma coisa. Ao Dr. Plínio nós homenageamos também como a V. Excia., Dr. Plínio, terror da revolução, amor e glória dos filhos de Nossa Senhora. (...)

- Depois do discurso seguinte de Dr. Plinio, agradece o Bispo de Campos:


(Dom Mayer: "Exmo Senhor Doutor Plínio Corrêa de Oliveira; presidente do Conselho Nacional da Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade. Alteza Imperial e Real, Príncipe D. Luís de Orleans e Bragança. Alteza Imperial e Real, Príncipe D. Bertrand de Orleans e Bragança. Membros do Conselho Nacional da Sociedade de Defesa da Tradição, Família e Propriedade. Representantes das coirmãs das várias nações latino-americanas, minhas senhoras, militantes da Sociedade Brasileira da Defesa da Tradição, Família e Propriedade, meus senhores:  (...)

Agradeço a homenagem dessa associação, especialmente pelo seguinte, meus caríssimos amigos. É que a TFP me faz lembrar todos esse meus quarenta e tantos anos de sacerdócio. Um convívio diuturno, como ... relembrar as coisas boas que foram feitas em benefício das almas e para a glória de Deus Nosso Senhor. Eu me recordo bem da ação desenvolvida por aqueles amigos do “Legionário”, que depois floresceu na Sociedade Brasileira de Defesa da Tradição, Família e Propriedade. Irradiou-se e hoje é um nome conhecido no velho e no novo continente.

De maneira que quando me encontro nesse meio, eu me encontro dentro de minha casa. E quando a pessoa se encontra na casa, conhece bem todos os recantos, sente-se inteiramente a vontade, deseja ali permanecer, porque é o lar próprio. Assim, quando me encontro em vosso meio, meus caríssimos amigos, eu me encontro precisamente nesse meu lar. Não tenho dificuldade nenhuma em estar no vosso meio. Sinto o conforto que a casa guarda e que transmite depois aos felizes habitantes do lar. Assim eu me encontro no vosso meio. (...)
"





O áudio completo deve estar em posse de membros antigos pelo mundo (notícia do evento pela revista Catolicismo e da saudação de O.F.: http://catolicismo.com.br/Acervo/Num/0270/P04-05.html).

 

Dr. Plinio denuncia em 1992 a metamorfose do comunismo depois da queda da URSS

Negritos nossos.

E o comunismo? O que é feito dele? A forte impressão de que ele morrera apoderou-se da maior parte da opinião pública do Ocidente, deslumbrada ante a perspectiva de uma paz universal de duração indeterminada. (...)

Esta “lua de mel” do Ocidente com seu suposto paraíso de desanuviamento e de paz, vem refulgindo gradualmente menos.


"Cabe-nos, pois, perguntar se o comunismo morreu."
 
Com efeito, referimo-nos pouco atrás às agressões de toda ordem que relampagueiam nos territórios da finada URSS. Cabe-nos, pois, perguntar se o comunismo morreu. De início, as vozes que punham em dúvida a autenticidade da morte do comunismo foram raras, isoladas e escassas em fundamentação.

Aos poucos, de cá e de lá, sombras foram aparecendo no horizonte. Em nações da Europa Central e dos Bálcãs, como do próprio território da ex-URSS, foi-se notando que os novos detentores do Poder eram figuras de destaque do próprio Partido Comunista local. Exceto na Alemanha Oriental, a caminhada para a privatização na maioria das vezes se vem fazendo muito mais na aparência do que na realidade, isto é, a passos de cágado, lentos e sem rumo inteiramente definido.

Ou seja, pode-se dizer que nesses países o comunismo morreu? Ou que ele entrou simplesmente num complicado processo de metamorfose? Dúvidas a este respeito se vêm avolumando, enquanto os últimos ecos da alegria universal pela suposta queda do comunismo se vêm apagando discretamente.

A mudança de rótulo é mera metamorfose


Quanto aos partidos comunistas das nações do Ocidente, murcharam de modo óbvio, ao estampido das primeiras derrocadas na URSS. Mas já hoje vários deles começam a se reorganizar com rótulos novos. Esta mudança de rótulo é uma ressurreição? Uma metamorfose? Inclino-me de preferência por esta última hipótese. Certezas, só o futuro as poderá dar.

O caos, de modo indecifrável, se acentuará

Esta atualização do quadro geral em função do qual o mundo vai tomando posição, pareceu-me indispensável como tentativa de pôr um pouco de clareza e de ordem num horizonte em cujos quadrantes o que cresce principalmente é o caos. Qual é o rumo espontâneo do caos senão uma indecifrável acentuação de si próprio ? [1]


CLIQUE: Plinio Corrêa de Oliveira e suas Profecias  
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Fontes:

[1] Posfácio de 1992, Revolução e Contra-Revolução, Plinio Corrêa de Oliveira

Dr.Plinio prevê em 1951-52 o liberalismo nos gestos e no convívio nas novas celebridades, o vazio simbólico nas expressões

foto usada no artigo
Artigos de Plinio Corrêa de Oliveira, com edição nossa.

1951 – O vazio nos gestos

Prevendo desde já a vinda de personalidades famosas de aspecto risonho, sem conteúdo e cultura, o prof.Plinio analisa dois tipos humanos e condenava aquele “sem profundidade mental, sem personalidade definida, sem princípios, sem convicções, sem fibra - que parece saber apenas sorrir, e sorrir sem motivo preciso” em contraste com o ar de seriedade de um auto-retrato de um pintor renascentista.

“Este é o tipo humano que com mais facilidade atrai a estima, o interesse, o entusiasmo dos que têm uma mentalidade inteiramente formada segundo o gosto do século XX.” [1]  Como não identificar essa frase com os inúmeros tipos célebres que surgiram depois na indústria de entretenimento principalmente (como o da foto ao lado) ?

1952 – O vazio simbólico na civilidade e convívio

Em outro artigo notava, com agudez de espírito, a atitude de pais e filhos em um pic-nic de família,  “nestes, nada da gravidade, da respeitabilidade, que convém à sua autoridade sagrada. Naqueles, nada da reverencia, do respeito, da submissão própria à piedade filial. Estas quatro pessoas não se apresentam aí, umas em relação às outras, tanto como membros de uma família, quanto como excursionistas ligados pela mera e plena camaradagem da excursão”.

Era um preparo para uma mentalidade pagã, liberal nos costumes e no convívio, imodesta nos gestos, enfim, um ideal “de uma espontaneidade naturalista e pagã, pois nele não se nota nada de especificamente sobrenatural e cristão.” [2]. No mesmo artigo, Dr.Plinio dá a solução para o problema contrapondo á primeira foto analisada a segunda foto de uma família tradicional.
CLIQUE: Plinio Corrêa de Oliveira e suas Profecias 
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Fonte
[1] Tipos Humanos Característicos, "Revista Catolicismo" Nº 10 - Outubro de 1951
[2] Espontaneidade Epicurista e Gravidade Cristã, "Revista Catolicismo" Nº 18 - Junho de 1952

Plinio Corrêa de Oliveira prevê a intervenção do comunismo na Guerra das Malvinas

Extraído de: "O Príncipe dos Cruzados (Vol. I, parte 2, 3a edição, Cap. II)".

Em Maio de 1982, Dr. Plinio enviava um telex para o presidente João Figueiredo prevendo repercussões que ocorreriam no Brasil por causa da Guerra das Malvinas:

As guerrilhas comunistas locais viriam para ajudar o comunismo


“As incursões russas, favorecidas, bem entendido, por guerrilhas locais de inspiração comunista, se intitulariam de ‘libertadoras’. E no país invadido, ficaria desfraldado o estandarte da subversão.”

Agitaria a esquerda católica e a guerrilha no Brasil


“Com tudo isto, a esperança animaria e poria em ação os organismos comunistas e socialistas que Moscou mantém vivos em toda a América Latina, em todo o Brasil, Sr. Presidente. A ‘esquerda católica’ se agitaria ainda mais atrevidamente, pregando mais ou menos veladamente a luta de classes, ao mesmo tempo que difundindo (com ardis todos seus) a inércia entre os não comunistas. E o terrorismo reabriria as feridas de outrora, em toda a América Latina, por meio de assaltos, seqüestros, atentados!

Nos extremos confins desse horizonte macabro, a experiência dolorosa mostra que quem quisesse resistir a essa agressão do superpoder soviético teria de recorrer ao superpoder norteamericano. Era a vietnamização do Brasil, da América espanhola que teria começado” [1]

Previsões confirmadas em 1993


“Fidel Castro declarou que seu país ofereceu enviar tropas em apoio à Argentina durante a guerra das Malvinas, em 1982, e sugeriu então que todos os países que quisessem ajudar, que formassem um batalhão, ‘uma coalizão de latino-americanos’. Explicou que ‘nós lhes sugerimos que não se rendessem, que fizessem uma coalizão latino-americana, que mantivessem a guerra (...)’” [2]

CLIQUE: Plinio Corrêa de Oliveira e suas Profecias

Dr. Plinio já profeticamente alertava sobre a ascensão dos comunistas em virtude dos acontecimentos no regime militar


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[1] Telex publicado na “Folha de S. Paulo” (7-5-82) e amplamente difundido em
campanha de rua pelos sócios e cooperadores da TFP
[2] Jornal “Ambito Financiero”, de Buenos Aires, 26-7-93