Geocentrismo, o mito do Galileu mártir da ciência, pai da astronomia, cientista renomado, e Einstein: fraude, socialista e ateu

Fernand Crombette
Geocentrismo Tychoniano Modificado

Esta série de três artigos foi traduzida, editada e estendida pelo site O Príncipe dos Cruzados a partir de um texto do professor de matemática aplicada Juan Carlos Gorostizaga*. Nela é defendido o Geocentrismo tychoniano modificado. Daremos razões Teológicas para aceitar o Geocentrismo, e científicas para aceitar mais especificamente o modelo Tychoniano modificado Geocêntrico, além de apresentar as razões porque hoje é comumente aceito o modelo heliocêntrico e o acêntrico junto com outras falácias históricas.

1 - Desmitificando falsas histórias da ciência - CLIQUE AQUI

Calúnias comuns contra a Igreja no âmbito científico, como "a terra plana"
Avanços modernos no estudo do tema e recomendações
Desmontando o mito do Galileu mártir da ciência, pai da astronomia, cientista renomado, etc
A inédita retratação de Galileu

Um outro mito da ciência: Albert Einstein, charlatão, socialista, para-comunista, sionista, pacifista, determinista e ateu
Conclusão
 
2 - Razões Teológicas para aceitar o Geocentrismo - CLIQUE AQUI

A autoridade da Santa Igreja
A Sagrada Escritura

Os Padres e Doutores da Igreja
As revelações privadas (Santa Hildegarda)

3 - Razões científicas
para aceitar o Geocentrismo Tychoniano modificado - CLIQUE AQUI
 
a.Introdução histórica

b.Experimentos
c.Princípios básicos do modelo
d.Dados recentes
e.Resposta às objeções
-Pelas leis de Newton um corpo maior tem que rotacionar sobre o maior
 
-As fases de Vênus descartam o geocentrismo
-O movimento retrógrado de Marte prova o Heliocentrismo
-O giro do pêndulo de Foucault, o movimento dos ciclones e tempestades atmosféricas provam o heliocentrismo
-A física moderna (Relatividade de Einstein, Teoria do Big Bang, princípio cosmológico de Bondi) eliminam o heliocentrismo e o geocentrismo para afirmar o acentrismo

-A paralaxe estelar
-O bojo equatorial, da onde costuma ser lançado os foguetes e satélites, tem razão na rotação da terra, que dá maior velocidade no equador
-Navalha de Occam
f.Trabalhos recomendados

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1 - Desmitificando falsas histórias da ciência

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Calúnias comuns contra a Igreja no âmbito científico, como "a terra plana"
 
É comum vermos difamações à Santa Igreja no que concerne ao assunto da ciência, visando tirar a credibilidade da mesma, para que então os homens passem a seguir os homens "verdadeiramente dotados do conhecimento", que hoje são neo-positivistas. Um ensinamento tradicional do magistério da Igreja para um católico possui o mesmo valor que uma tese comum dos cientistas modernos, em sua maioria ateus, para aqueles que seguem o neo-postivismo moderno. A infalibilidade da Igreja para eles não tem sentido pois ninguém é infalível, mas no fundo tratam os cientistas como deuses, e a infalibilidade que eles acreditam é a do relativismo. Já tem séculos os ataques ao pensamento da Igreja, atingindo seu auge nas revoluções, como a protestante, a comunista, e também a francesa, onde os enciclopedistas ditos "iluminados" pretendiam substituir o conhecimento milenar da Igreja, mas no fundo, estes revolucionários, como o maçom Voltaire, queriam "ecrasez l'infâme" (esmagar a infame, isto é, a Igreja e sua influência), o que veio a resultar nas inúmeras atrocidades cometidas nesse período. Desde que começou esta perseguição apareceram diversas calúnias, como a que os católicos medievais acreditavam na “Terra plana”, coisa descreditada pelos Padres da Igreja e historiadores conhecidos [1], além da própria Escritura nas seguintes partes: "Pôs em roda limites às águas, até que se acabem a luz e as trevas. As colunas do céu estremecem, e tremem ao seu aceno." Jo, 26, 11. "Para o primeiro dia da semana: Salmo de Davi. Do Senhor é a terra, e tudo que ela encerra; a redondeza da terra e todos os que a habitam." Sl 23, 1-2. "O Senhor reinou, e vestiu-se da magnificência, e cingiu-se dela. Porque firmou a redondeza da terra." Sl 92, 1-2. "Ele é o que está sentado sobre a redondeza da terra" Is 40, 22a. "Neste dia quem estiver no terraço e tiver os seus móveis em casa”. “Eu vos digo: Nesta noite, de dois homens que estiverem num leito” Lc 17, vers.31a e 34a que mostram que no dia da segunda vinda de Cristo é noite e dia, ou seja, é o mesmo tempo para toda a terra.

Outras calúnias apareceram, e avolumaram-se junto com as tentativas e salvar a principal dela, a que afirma que o começo da ciência foi o começo da dissociação da intelectualidade com a Igreja, e para isso o mito de Galileu servia bem. Nos últimos cento e poucos anos, isto levou a maioria dos autores que escreveram sobre Galileu, incluso apologéticos, a afirmar que os representantes da Igreja Católica se equivocaram factualmente ao não admitir o heliocentrismo promovido por Galileu e seus partidários.
Até historiadores mais conservadores chegaram a defender que a Igreja aceitou o sistema Copérnico como hipotético porque "era pensado que não havia mal algum em apresentar e usar o sistema de modo hipotético", segundo Thomas E. Woods, que apesar do deslize defende a Igreja mostrando como construiu a civilização ocidental criando os hospitais, as universidades, a agricultura, a arte e a arquitetura clássica [2]. No entanto a Igreja nunca admitiu oficialmente o erro no caso Galileu, nem sequer no discurso de João Paulo II em 31 de Outubro de 1992.

Não procuraremos delinear aqui a razão para esta aparente entrega da intelectualidade católica às concepções modernas, mas diremos
que nos últimos 150 anos se recolheram dados astrofísicos suficientes para afirmar com certeza que a hipótese heliocêntrica de Galileu, e incluso a acêntrica de Albert Einstein, são errôneas desde a perspectiva científica, não só da teológica.

Avanços modernos no estudo do tema e recomendações

Por um graça particular, o Geocentrismo se redescobriu nos últimos anos em alguns círculos científicos e acadêmicos católicos. Citamos aqui alguns: Os cientistas associados a Catholic Apologetics International Publishing, como Dr.Robert Sungenis, quem desde 1993 dedica-se inteiramente a escrever livros, dar palestras na TV, colégios, paróquias americanas e de outros países. Entre seus livros é preciso destacar sobre tudo “Galileo Was Wrong, The Church Was Right”. Nesta obra [3], de dois tomos com um total de 1200 páginas, Robert Sungenis, doutor em Teologia, e o físico Robert Bennett demonstram, acima de qualquer dúvida, que a Terra é imóvel, no centro de massa do universo, enquanto o firmamento como um todo, com seus astros, incluído o sol, giram em torno dela. E o que despreende de sua extensa e laboriosa investigação é algo também tenebroso: A.Einstein e outros físicos do século passado desenvolveram a teoria da relatividade sabendo que esta era falsa, com um objetivo prioritário de ocultar que o sistema de Copérnico era e é errôneo, tal como demonstrava o resultado negativo do experimento de Michelson-Morley e teriam que voltar ao geocentrismo. O livro da dupla alcançou grande fama no estudo dos temas e foi aplaudido por inúmeros acadêmicos e doutores da área.

Outroo que desejamos mencionar foi Fernand Crombette (1880-1970), francês tradicionalista autor de mais de 40 livros, exegeta, historiador, geógrafo, geólogo, astrônomo, entre outras coisas. A teoria de Crombette publicada em 1967, no entanto, era única e não tychoniana modificada, mas refutava o sistema heliocêntrico [4]. O terceiro é Wolfgang Smith, doutor em matemática pela Universidade de Columbia, autor de vários livros, ele trabalhou para Bell Aircraft, onde resolveu problemas antigos na área da aerodinâmica, foi também professor do M.I.T., U.C.L.A., entre outras faculdades [5]. O último a ser mencionado aqui é professor protestante Walter van der Kamp, com o seu livro de 1988 "De Labore Solis: Airy's Failure Reconsidered", que é citado em um dos tradicionais artigos de Paula Haigh no tema (Galileo's heresy, 1992), onde também é lembrado outros autores.

 
Aqui defenderemos o modelo de Tycho Brahe modificado, segundo o livro de Sungenis/Bennet com a terra fixa e estática no centro, a lua e o sol girando em torno da Terra, e o resto dos planetas movendo-se orbitamente em relação ao sol, mas girando diurnalmente em relação ao eixo Norte-Sul terrestre.

Desmontando o mito do Galileu mártir da ciência, pai da astronomia, cientista renomado, etc

Galileu tem sido apresentado como um herói da ciência, ou como um paladino que luta para liberar a ciência da tirania da Igreja, e por isso não é difícil ver em livros e websites seus numerosos descobrimentos, seus realizações, suas batalhas em defesa da verdade do heliocentrismo. Ele é descrito como o pai da astronomia moderna, o pai da física moderna e o pai da ciência, e é muito comum chamá-lo o primeiro cientista moderno. Entretanto, as investigações sérias nos dá uma visão muito diferente de Galileu. Por exemplo, Arthur Koestler diz:

"Dado tudo o que se diz dele, o que Galileu nos diz é certamente menos conhecido. Contrariamente ao que pensa os atuais ambientes científicos, Galileu não inventou o telescópio, nem o microscópio, nem o termômetro, nem o relógio de pêndulo. Tampouco descobriu a lei da inércia, nem o paralelograma de forças ou movimentos, nem as manchas solares. Realmente não fez nenhuma contribuição à astronomia teórica, nem jogou objetos pesados de cima da torre de Pisa, e não provou a verdade do sistema de Copérnico. Tampouco Galileu foi torturado pela Inquisição, nem morreu nas masmorras, nem disse "eppur si muove" e tampouco foi um mártir da ciência" [6].

A verdadeira batalha se deu em um nível muito distinto, por aqueles que seguindo interesses particulares dirigiram a ciência, não em busca da verdade e sim em vista de tirar ao máximo a credibilidade da Igreja Católica. Assim, não é nada estranho reconhecer como a versão da história de Galileu que é transmitida, é muito diferente da que realmente aconteceu. Galileu, talvez sem querer, obteve para si a triste proeza de liderar a rebelião cívica, sem nenhuma prova e sem a mínima justificação, que repudiava o modelo cosmológico geocêntrico para intentar substituí-lo pelo heliocêntrico, depreciando com ele as sentenças e decretos formais do Santo Ofício, e sendo, também, o pioneiro em depreciar a inerrância das Sagradas Escrituras, não se importando em retorcer o sentido de versículos bíblicos inspirados pelo Espírito Santo para acomodá-los a suas hipótese astrônomica errada. Outros viriam depois e explorariam  a via aberta por Galileu: o modernismo e a injusta ruptura ciência-teologia.
 

A inédita retratação de Galileu

O Doutor em teologia Robert Sungenis, em sua obra "Galileo was wrong, the Church was right" destaca uma conjuntura de grande alcance contra a  Igreja. Pois não só estão distorcidos quase todos os dados históricos sobre este assunto, mas foram ocultados deliberadamente dados vitais como o seguinte: Galileo se converteu ao Geocentrismo e repudiou de coração toda interpretação científica contrária às Escrituras. Em 29 de Março de 1641, Galileu respondeu uma carta que havia recebido de seu colega Francesco Rinuccini contando entusiasticamente a constatação, pelo astrônomo Giovanni Pieronni, da paralaxe de uma estrela, a qual - como veremos na discussão científica - era considerada a prova indiscutível do heliocentrismo:

"A Falsidade do Sistema Copérnico não deveria ser questionada por nada, e menos, pelos católicos, pois nós temos a indiscutível autoridade da Sagrada Escritura, interpretada pelos mais eruditos teólogos, cujo consenso nos dá certeza em relação a imobilidade da terra. As conjecturas utilizadas por Copérnico e seus seguidores que mantém a tese contrária  estão todas refutadas suficientemente pelo argumento mais sólido da onipotência de Deus. Ele é capaz de realizar por diferentes caminhos, em realidade um número infinito de caminhos, coisas que em nossa opinião e observação, parecem ocorrer em um caminho particular. Nós não deveríamos buscar cortar a mão de Deus e insistir atrevidamente em algo alheio aos limites de nossa competência" [7].

Esta retratação foi só descoberta em 1909, e possui uma característica que a distingue das demais cartas: a assinatura "Galileo Galilei" foi intencionalmente raspada para fazê-la ilegível. Enfim, longe de ser herói da cosmologia moderna, Galileo, muito pouco antes de sua morte, se converteu em seu mais firme adversário, um fato que a história da ciência pretendeu ocultar.


Um outro mito da ciência: Albert Einstein, charlatão, socialista, para-comunista, sionista, pacifista, determinista e ateu

Já que a nossa intenção neste artigo é desbancar certos mitos comuns na história da ciência e na mentalidade do fiéis do positivismo moderno, então cabe falar do mito que foi Albert Einstein, e para isso usaremos basicamente o livro "Como Einstein arruinou a Física", de Roger Schlafly, Engenheiro Doutor em Matemática pela Universidade da Califórnia [8]. Este importante livro, escrito por alguém adepto da Relatividade, trata principalmente da falsa imagem de gênio e salvador da ciência de Einstein, mostrando que a principal teoria que é atribuída a ele na verdade já tinha sido descoberta antes por Lorentz e Poincare.

De fato, Pauli [9], H. Thirring, Born [10], Whittaker [11], Feynman, Hawking [12], Penrose [13], e Wilczek [14] já admitiram isso, mas "alguns preferem creditar Einstein mesmo assim" [15].


Quando Einstein escreveu seu artigo famoso sobre eletrodinâmica em 1905, "não tinha referências a nenhuma publicação"
mas "tinha as mesmas equações, e as mesmas consequências físicas" [16] que a teoria de Lorentz-Poincare. "Também Einstein é creditado pela criação da bomba atômica. Isto é baseado em duas coisas: sua publicação em 1905 da fórmula E=m.c², e sua assinatura de uma carta ao presidente F.D.Roosevelt em 1939. Mas na verdade a fórmula já tinha sido publicada por Poincare em 1900" [17]. Também o considerado "gênio alemão" tinha umas idéias um tanto suspeitas fora do âmbito científico: era socialista [18], para-comunista [19], sionista, pacifista, determinista e ateu [20].
 
Uma das consequências da idolatração de Einstein no meio científico que Schlafly comenta é a idéia do cientista alemão que "a ciência não precisava ser empírica. Ele se explicou em 1930 para o New York Times: "Eu afirmo que a experiência cósmica religiosa é a mais forte e nobre força propulsora por trás da pesquisa científica". O jornal, por sua vez, promoveu a idéia que a relatividade era "tão profunda que só doze homens no mundo inteiro eram capazes de penetrar em seus mistérios". Einstein era o novo Messias, e já tinha até seus doze discípulos"
[21]. Esta mentalidade levou adiante os adeptos desse paradigma a inventar teorias impossíveis de serem provadas, "muitos deles estão ocupados com a teoria das cordas, que não tem relação com o mundo real. E todos eles dizem que estão perseguindo os sonhos de Einstein"[22].

No Brasil, o maior físico do país, César Lattes, que p
or duas vezes esteve a um passo de ganhar o Prêmio Nobel, também criticava severamente Einstein, chamando-o de "fraude", que "não sabia a diferença entre uma grandeza física e uma medida de grandeza, uma falha elementar" e também criticou Stephen Hawking: "aquele livro [uma breve história do tempo] é uma droga, uma porcaria. Ele não tem representatividade nenhuma na física. Sua fama é fruto só da imprensa". Lattes discordava da teoria da relatividade, mas não da equação E=m.c², pois "a equação está certa. É do Henri Poincaré. Já a teoria da relatividade do Einstein está errada. E há vários indícios que comprovam esse ponto de vista", a suposta comprovação das teorias de Einstein para ele "é coisa da galera dele, do lobby dele, que alimenta essa lenda. Ele não era tudo isso. Tem muita gente ganhando a vida ensinando as teorias do Einstein." e o Prêmio Nobel que ele ganhou por sua pesquisa sobre o efeito fotoelétrico em 1921 "foi uma teoria furada. A luz é principalmente onda. Ele disse que a luz viajava como partícula. Está errado, é somente na hora da emissão da luz que ela se apresenta como partícula. E essa constatação já tinha sido feita por Max Planck." [23]. Atualmente o físico Dr.André Assis, professor da Unicamp, já apresentou como teoria alternativa, em vários livros e artigos, a sua mecânica relacional, e sofreu muito no meio acadêmico por ter contestado a opinião reinante. Sua teoria original aceita o geocentrismo, o heliocentrismo ou qualquer outro sistema de referência (é acêntrica) [24].

Conclusão


Vimos que a história da ciência atual não se apoia na realidade das coisas, na justiça em reconhecer quem fez o que verdadeiramente, e muito menos ela é feita por homens com uma legítima cosmo-visão do mundo. Estes na verdade caem para o paganismo, para a idolatria do homem, e dirigem a ciência unicamente para que ela substitua o magistério da Igreja para o povo menos capaz que não irá conseguir se aventurar nas teorias filósoficas e teológicas tradicionais, quanto mais irão se ocupar com teorias mirabolantes sobre diversos universos, que ninguém nunca irá provar ou equações matemáticas complicadas, fora do alcance da maioria, que aliás, já tem a mente atrofiada pelo desejo constante de seguir as próprias paixões, acumular bens, propagar e viver o hedonismo moderno, impulsionado pela mesma mentalidade que pretendeu destronar a Igreja no campo científico. Trocaram a opinião comum dos Padres da Igreja pela opinião comum dos cientistas, e acusam os outros de "dogmatismo fanático". Não sabem explicar nem as razões em que fundamentam seus cientistas, muito menos o motivo pelo qual defendem eles os sistemas éticos, morais e políticos dos mais irracionais.

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Fontes: 
*Associación de Docentes Santo Tomás de Aquino. Textos disponíveis em http://asociaciondocentessantotomasaquino.blogspot.com.br
[1] Lynn Thorndike, The Sphere of Sacrobosco and its Commentators, Universitay of Chicago Press, 1949, que trata do livro do século XIII de Johannes de Sacrobosco "De sphaera mundi .Também Stephen J. Gould, "The Persintently Flat Earth", Natural History, Março 1994.
[2] How the Catholic Church Built Western Civilization, Cap.5, pg.70 
[3] Sungenis & R. Bennett. Galileo was Wrong, the Church was Right. The Catholic Apologetic International Publishing 
[4] "Galilée Avait-il tort ou raison ?", CESHE, 1967
[5] Ele trata do Geocentrismo na obra "The Wisdom of Ancient Cosmology", The Foundation for Traditional Studies, 2004. Os capítulos do livro no tema são VII, VIII, IX. A maioria desses capítulos já tinham sido publicados em revistas anteriormente, a partir de 1997 até 2003. A tese de Wofgang Smith, no entanto, difere um pouco das tradicionais porque ele aceita o heliocentrismo também, trata as duas teorias como científicas, e as chama de "iconic doctrines", elas "representam diferentes níveis de visões" na pg.173. O geocentrismo desse físico também é tychoniano modificado: cap.IX, pg.182
[6] Arthur Koestler, The Sleepwalkers. Pag. 358
[7] A carta está guardada nos Arquivos raros da Biblioteca Nacional de Florença, cabinat n.9, carpeta n.5, 33, em manuscrito escrito  por Vincenzio Viviani, posto que Galileu perdeu a visão de ambos os olhos em 1641
[8] How Einstein Ruined Physics, Roger Schlafly, Dark Buzz 
[9] Schlafly diz que ele deu crédito em um artigo de enciclopédia e no The Theory of Relativity and Science, Helvetica Physica Acta, Supp iv, 1956, p.282-286
[10] Einstein Theory of Relativity, 1924 e 1962
[11] History of the theories of Aether and Electricity, Vol.II, Glasgow, London: Nelson, 1953
[12] A Brief History of Time, 1988 
[13] The Rediscovery of Gravity, essay in It Must Be Beautiful: Great Equation of Modern Science, edited by Graham Farmelo. Granta Books, 2002. The Road to Reality, Roger Penrose. Random House, 2004
[14] The Lighness of Being: Mass, Ether, and the Unification of Forces, by  Frank Wilczek. Basic Books, 2008, pg.79
[15] R.Schlafly, pg. 309 
[16] Idem, pg. 11
[17] Idem. pg.12
[18] Einstein, Why Socialism ?, Monthly Review, May 1949
[19] O FBI disse que Einstein pertencia a 34 frente comunistas. Ele era um apologista de Stálin, como documentado no "The Myth of Consistent Skepticism: The cautionary case of Albert Einstein", Todd C. Rinolo & Lee Nisbet. Skeptical Inquirer, Volume 31.3, May-June 2007
[20] Em carta para o filósofo Erik Gutkind ele escreveu que "Para mim a religião judaica, como qualquer outra religião, é a incarnação das mais infantis superstições. A palavra deus é para mim nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana, e a Bíblia uma coleção de honrosas, no entanto primitivas lendas que apesar de tudo são bem infantis"
[21] R.Schlafly, pg 312
[22] Idem. pg 313
[23] Entrevista com César Lattes em 05/08/96 no jornal Diário do Povo, Campinas
[24] Mecânica Relacional, André Koch Torres Assis, UNICAMP, Centro de Lógica, Epistemologia
e História da Ciência, 1998, Coleção CLE; v. 22, FAESP, seção 8.4, pg.229