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Papa Francisco impediu que beijassem o anel do pescador de São Pedro, ato dos católicos em veneração ao Papado

Recomendamos previamente o seguinte artigo, que mostra fotos do Santo Padre beijando a mão de outros:

Papa Francisco e sua sequência de atos de submissão e pedidos de bênçãos aos cismáticos, hereges, infiéis e ao povo leigo

No dia 25 de Março de 2019, dia de Nossa Senhora da Anunciação, quando o Verbo se fez carne, o Sumo Pontífice esteve na Santa casa de Loreto, na Itália, onde viveu, segundo a Tradição, a Sagrada Família e onde se deu a anunciação do Arcanjo Gabriel.

Neste dia começou a circular um vídeo [1] onde o Papa recusa, com um sorriso diplomático constante em meio a fotos, os fiéis em fila que tentam beijar o anel do pescador de São Pedro, o anel Papado, conforme a tradição milenar dos santos (Papas ou não) fizeram. Abaixo, um flagrante do descontentamento Papal.


A revista Veja, no seu site [2] destacou, entre críticas à Tradição, algumas coisas relevantes que provam que o ato tem sido deixado de lado só do século XX para cá, por Papas pós-conciliares.

"Alguns estudiosos do Vaticano lembraram que nem mesmo Bento XVI, uma referência para os conservadores, e seu antecessor, João Paulo II, gostavam de ter as mãos ou o anel beijados.

“É hora de abandonar a tradição de beijar anéis de bispos. É ridículo e não tem nada a ver com tradição”, comentou o padre jesuíta Russell Pollitt sobre a questão (...).

O Vaticano não explicou o caso. A emissora britânica BBC, contudo, notou que a recusa do papa pode ter sido uma maneira de apressar os cumprimentos dos fiéis (...).

Esta, contudo, não é a primeira vez que o papa Francisco evita que as pessoas beijem a sua mão. Durante visita ao Peru no ano passado, o papa recusou por três vezes as tentativas do ex-presidente do país, Pedro Pablo Kuczynski, de beijar seu anel".

"Questão de higiene"

Apesar de ter feito isto diversas vezes, inclusive com o ex-presidente do Peru, o qual não estava em fila com vários, o porta-voz do Vaticano, Alessandro Gisotti, disse que "Foi uma simples questão de higiene" dado que "havia muitas pessoas na fila e, por isso, o Papa não queria que os fiéis compartilhassem germes entre si, no momento em que repetidamente beijassem a sua mão em curtos intervalos de tempo" [3].

Visita de Santa Teresinha ao Papa

Relata a santa na sua autobiografia que foi em romaria ver o então Papa Leão XIII, e queria nesta ocasião aproveitar para pedir a entrada no Carmelo, pois ainda era jovem. Nossos negritos:

"Domingo, 20 de novembro. Depois de nos vestir segundo o cerimonial do Vaticano (isto é, de preto, com um véu rendado na cabeça), e nos ter adornado com uma medalha de Leão XIII, presa com uma fita azul e branca, fizemos nossa entrada no Vaticano, na capela do Soberano Pontífice. Às 8 horas, nossa emoção foi profunda, ao vê-lo entrar para celebrar a Santa Missa.

Depois de dar a bênção aos numerosos romeiros, reunidos a seu redor, subiu os degraus do santo altar e mostrou-nos por sua piedade, digna do Vigário de Jesus, que era, verdadeiramente, “o Santo Padre”. Eu coração batia muito forte e minhas orações eram muito fervorosas, quando Jesus descia nas mãos do Seu Pontífice (...).

Leão XIII estava sentado numa grande poltrona, vestido simplesmente da batina branca, camalha da mesma cor e solidéu. Ao redor dele estavam cardeais, arcebispos, bispos, mas só os vi vagamente, estando ocupada com o Santo Padre. Desfilávamos diante dele, cada romeiro se ajoelhava, beijava o pé e a mão de Leão XIII, recebia sua bênção e dois guardas o tocavam para indicar-lhe que se levantasse (...).

Um instante depois, eu estava aos pés do Santo Padre. Tendo eu beijado sua sandália, ele me apresentou a mão (...)" [4].

Salmo em reparação (Salmo 6)

"Senhor, não me arguas no teu furor, nem me castigues na tua ira. Tem misericórdia de mim, Senhor, porque sou enfermo; sara-me, Senhor, porque meus ossos estremeceram. E a minha alma turbou-se em extremo, mas Tu, Senhor, até quando? Volta-te, Senhor, e livra a minha alma, e salva-me pela tua misericórdia.

Porque na morte não há quem se lembre de Ti, e na habitação dos mortos, quem Te louvará? Estou esgotado à força de tanto gemer, lavarei meu leito com lágrimas todas as noites, regarei com elas o lugar do meu descanso. 

Os meus olhos se turbaram por causa do furor, envelheci no meio de todos os meus inimigos. Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade, porque o Senhor ouviu a voz do meu pranto.

O Senhor ouviu a minha súplica, o Senhor ouviu a minha oração. Sejam confundidos, e em extremo conturbados todos os meus inimigos, retirem-se e sejam num momento cobertos de vergonha".

Veja mais sobre a crise na Igreja:

Papa Francisco admite bispos comunistas indicados pelo Partido Comunista Chinês. Cardeal Zen chamou acordo de traição

João Paulo II homenageia o herege blâsfemo Martinho Lutero nos quinhentos anos de seu nascimento

Bento XVI diz amar a Igreja cismática, lamenta as excomunhões do passado, e diz crescer na unidade ao rezar junto deles e hereges 

João Paulo II celebra missa com homens e mulheres nus (índios), que ajudam a ler a epístola e a levar as oferendas  

Papa Francisco chamou a Rainha dos Céus de moça normal, uma "moça de hoje"

Clique para entender a crise na Igreja

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[1] Link: https://www.youtube.com/watch?v=55e58LCv79c
[2] "Papa evita que fiéis beijem seu anel e é criticado por alas conservadoras". 27 mar 2019, 10h49. Link: https://veja.abril.com.br/mundo/papa-evita-que-fieis-beijem-seu-anel-e-e-criticado-por-alas-conservadoras/
[3] Vaticano diz que Papa recuou mão de beijos de fiéis por 'questão de higiene', 28/03/2019. Link: https://oglobo.globo.com/mundo/vaticano-diz-que-papa-recuou-mao-de-beijos-de-fieis-por-questao-de-higiene-23557271
[4] Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face, “Obras Completas”, Loyola / SP, 1997, pp. 167ss

Trechos esquecidos da Tradição sobre a confissão, tirados do Catecismo de São Pio X

Trechos escolhidos do Catecismo de São Pio X, com negritos do site.

692) Quantas coisas são necessárias para fazer uma confissão bem feita?
Para fazer uma boa confissão, são necessárias cinco coisas:
1º exame de consciência;
2º dor de ter ofendido a Deus;
3º propósito de nunca mais pecar;
4º acusação dos próprios pecados;
5º satisfação ou penitência.

693) Que devemos fazer, antes de tudo, para bem nos confessarmos?
Para bem nos confessarmos devemos, antes de tudo, pedir de todo o coração ao Senhor que nos dê luz para conhecer todos os nossos pecados e força para os detestar.

§ 3o - Do exame de consciência

694) Que é o exame de consciência?
O exame de consciência é uma diligente investigação dos pecados que se cometeram, desde a última confissão bem feita.

695) Como se faz o exame de consciência?
Faz-se o exame de consciência trazendo diligentemente à memória, na presença de Deus, todos os pecados ainda não confessados, cometidos por pensamentos, palavras, obras e omissões contra os Mandamentos de Deus e da Igreja, e contra as obrigações do próprio estado.

696) Sobre que mais coisas devemos examinar-nos?
Devemos examinar-nos também sobre os maus hábitos e sobre as ocasiões de pecado.

§ 4o - Da dor ou arrependimento

705) Que é a dor dos pecados?
A dor dos pecados consiste num desgosto e numa detestação sincera da ofensa feita a Deus.

706) De quantas espécies é a dor?
A dor é de duas espécies: perfeita ou de contrição; imperfeita ou de atrição.

707) Que é a dor perfeita ou de contrição?
A dor perfeita é o desgosto de ter ofendido a Deus, porque Deus é infinitamente bom e digno, por Si mesmo, de ser amado sobre todas as coisas.

708) Por que se chama perfeita a dor de contrição?
Chama-se perfeita a dor de contrição por duas razões:
1º porque se refere exclusivamente à bondade de Deus, e não ao nosso proveito ou prejuízo;
2º porque nos faz alcançar imediatamente o perdão dos pecados, ficando-nos porém a obrigação de nos confessarmos.

709) Então a dor perfeita alcança-nos o perdão dos pecados independentemente da confissão?
A dor perfeita não nos alcança o perdão dos pecados independentemente da confissão, porque sempre inclui a vontade de se confessar.

710) Por que a dor perfeita, ou contrição, produz este efeito de nos conceder o estado de graça?
A dor perfeita, ou contrição, produz este efeito, porque procede da caridade, que não pode encontrar-se na alma juntamente com o pecado mortal.

711) Que é a dor imperfeita ou de atrição?
A dor imperfeita ou de atrição é aquela pela qual nos arrependemos de ter ofendido a Deus como nosso supremo Juiz, isto é, por temor dos castigos que merecemos e nos esperam nesta ou na outra vida, ou pela própria fealdade do pecado.

712) Que condições deve ter a dor para ser boa?
A dor, para ser boa, deve ter quatro condições: deve ser interna, sobrenatural, suma e universal.

713) Que quer dizer: a dor deve ser interna?
Quer dizer que deve estar no coração e na vontade, e não só nas palavras.

714) Por que a dor deve ser interna?
A dor deve ser interna, porque a vontade, que se afastou de Deus com o pecado, deve voltar para Deus, detestando o pecado cometido.

715) Que quer dizer: a dor deve ser sobrenatural?
Quer dizer que deve ser excitada em nós pela graça do Senhor, e a devemos conceber levados por motivos que procedem da fé.

716) Por que a dor deve ser sobrenatural?
A dor deve ser sobrenatural, porque é sobrenatural o fim a que se dirige, isto é, o perdão de Deus, a aquisição da graça santificante e o direito à glória eterna.

726) Quem se confessa só de pecados veniais, e não está arrependido nem sequer de um só, faz uma boa confissão?
Quem se confessa só de pecados veniais, e não está arrependido nem sequer de um só, faz uma confissão nula; a confissão além disso é sacrílega, se adverte que lhe falta a dor.

727) Que convém fazer para tornar mais segura a confissão só de pecados veniais?
Para tornar mais segura a confissão só de pecados veniais, é prudente acusar, com verdadeira dor, também algum pecado mais grave da vida passada, ainda que já confessado outras vezes.

742) Quais são as qualidades que deve ter a acusação dos pecados, ou confissão?
As qualidades principais que deve ter a acusação dos pecados são cinco: deve ser humilde, íntegra, sincera, prudente e breve.

743) Que querem dizer as palavras: a acusação deve ser humilde?
A acusação deve ser humilde, quer dizer que o penitente deve acusar-se diante do seu confessor sem altivez de ânimo ou de palavras, mas com sentimentos de um réu que reconhece a sua culpa, e comparece diante do juiz.

744) Que quer dizer: a acusação deve ser íntegra?
A acusação deve ser íntegra, quer dizer que se devem confessar, com as suas circunstâncias e no seu número, todos os pecados mortais cometidos desde a última confissão bem feita, e dos quais se tem consciência.

745) Quais são as circunstâncias que se devem dizer para que a acusação seja íntegra?
Para que a acusação seja íntegra, devem acusar-se as circunstâncias que mudam a espécie do pecado.

746) Quais são as circunstâncias que mudam a espécie do pecado?
As circunstâncias que mudam a espécie do pecado são:
1º aquelas pelas quais uma ação pecaminosa de venial se torna mortal;
2º aquelas pelas quais uma ação pecaminosa contém a malícia de dois ou mais pecados mortais.

747) Dai-me um exemplo de uma circunstância que faça tornar mortal um pecado venial?
Quem, para se desculpar, dissesse uma mentira da qual resultasse dano grave para o próximo, deveria manifestar esta circunstância, que muda a mentira, de oficiosa em gravemente nociva.

748) Dai-me agora exemplo de uma circunstância pela qual uma e a mesma ação pecaminosa contém a malícia de dois ou mais pecados?
Quem tivesse roubado uma coisa sagrada, deveria acusar esta circunstância, que acrescenta ao furto a malícia do sacrilégio.

749) Se uma pessoa não tiver a certeza de ter come tido um pecado, deve confessá-lo?
Se uma pessoa não tiver a certeza de ter cometido um pecado, não é obrigada a confessá-lo; se porém o quiser acusar, deverá acrescentar que não tem a certeza de o ter cometido.

750) Quem não se lembra exatamente do número dos seus pecados, que deve fazer? 
Quem não se lembra exatamente do número dos seus pecados, deve acusar o número aproximado.

751) Quem deixou de confessar por esquecimento um pecado mortal, ou uma circunstância necessária, fez uma boa confissão?
Quem deixou de confessar por esquecimento um pecado mortal, ou uma circunstância necessária, fez uma boa confissão, contanto que tenha empregado a devida diligência no exame de consciência.

752) Se um pecado mortal esquecido na confissão volta depois à lembrança, somos obrigados a acusá-lo noutra confissão?
Se um pecado mortal esquecido na confissão volta depois à lembrança, somos obrigados, sem dúvida, a acusá-lo na primeira vez que de novo nos confessarmos.

753) Quem por vergonha, ou por outro motivo culpável, cala voluntariamente na
confissão algum pecado mortal, que comete?
Quem, por vergonha, ou por qualquer outro motivo culpável, cala voluntariamente algum pecado mortal na confissão, profana o Sacramento e por isso torna-se réu de gravíssimo sacrilégio.

754) Quem ocultou voluntariamente algum pecado mortal na confissão, como há de conciliar a própria consciência?
Quem ocultou culpavelmente algum pecado mortal na confissão, deve expor ao confessor o pecado ocultado, dizer em quantas confissões o ocultou, e repetir todas as confissões, desde a última bem feita.

755) Que deve considerar quem se vir tentado a calar algum pecado na confissão? Quem se vir tentado a calar um pecado grave na confissão, deve considerar:
1º que não teve vergonha de pecar na presença de Deus, que vê tudo;
2º que é melhor manifestar os próprios pecados ao confessor em segredo, do que viver inquieto no pecado, ter uma morte infeliz, e ser por isso envergonhado no dia do Juízo universal, em face do mundo inteiro;
3º que o confessor é obrigado ao sigilo sacramental, sob pecado gravíssimo, e com a ameaça de severíssimas penas temporais e eternas.

756) Que significam estas palavras: a acusação deve ser sincera?
A acusação deve ser sincera, significa que é necessário declarar os pecados como eles são, sem os desculpar, sem os diminuir e sem os aumentar.

757) Que significam estas palavras: a confissão deve ser prudente? 
A confissão deve ser prudente, significa que, ao confessar os pecados, devemos servir-nos dos termos mais modestos, e que devemos guardar-nos de descobrir os pecados alheios.

758) Que significam estas palavras: a confissão deve ser breve?
A confissão deve ser breve, significa que não. devemos ir falar de coisas inúteis ao confessor.

§ 7º - Do modo de se confessar

760) Como vos apresentareis ao confessor? 
Ponho-me de joelhos aos pés do confessor, e digo: Abençoai-me, Padre, porque pequei.

761) Que fareis enquanto o confessor vos der a bênção? 
Inclino-me humildemente para receber a bênção, e faço o sinal da Cruz.

762) Depois de feito o sinal da Cruz, que direis? 
Depois de feito o sinal da Cruz, direi: Eu me confesso a Deus todo-poderoso, à bem-aventurada sempre Virgem Maria, a todos os Santos, e a vós, Padre, porque pequei.

763) E depois, que direis? 
Depois direi: Confessei-me em tal tempo; por graça de Deus recebi a absolvição, cumpri a penitência, e fui à Comunhão. Em seguida faz-se a acusação dos pecados.

764) Terminada a acusação dos pecados, que direis?
Direi: Acuso-me ainda de todos os pecados da vida passada, especialmente contra tal ou tal virtude, por exemplo, contra a pureza, contra o quarto Mandamento, etc.

765) Depois desta acusação, que direis ainda?
Direi: De todos estes pecados e de todos aqueles de que não me lembro, peço perdão a Deus de todo o meu coração; e a vós, Padre, peço a penitência e a absolvição. 

766) Concluída assim a acusação dos pecados, que mais resta a fazer
Concluída a acusação dos pecados, é necessário ouvir com respeito o que disser  confessor; aceitar a penitência com sincera vontade de cumpri-la; e, enquanto ele dá a absolvição, renovar o ato de contrição.

767) Depois de recebida a absolvição, que há ainda a fazer?
Depois de recebida a absolvição, é preciso agradecer a Nosso Senhor, cumprir quanto antes a penitência, e pôr em prática os avisos do confessor.

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