Lançamento da segunda edição do volume 1 da série "O Príncipe dos Cruzados", de Eloi Taveiro

Capa do Vol.1, Pt.1
Concepção meramente artística de
um brasão Papal hipotético,
não oficial
O site "O Príncipe dos Cruzados" lança hoje, dia 13 de Julho de 2018, a segunda edição de: "O Príncipe dos Cruzados (Volume 1, Parte 1): Da Teologia da História às profecias", com 609 páginas, e "O Príncipe dos Cruzados (Volume 1, Parte 2): Plinio Corrêa de Oliveira, o S. Elias de seu tempo e profeta por sabedoria", com 218 páginas.

Ambos escritos por seu articulista principal e motor principal, Eloi Taveiro.

No dia 13 de Maio de 2015 havíamos lançado a primeira edição da primeira parte, e poucos dias depois, a segunda. Respectivamente com 477 e 193 páginas. Com o novo formato e os incrementos da segunda edição estes números aumentaram. 

Em breve, uma terceira edição das duas partes do volume 1 com acréscimos, revisão gramatical, e acréscimos, como prometido desde a primeira!


ENQUANTO ISSO, VEJA OS ARTIGOS QUE SÃO INCLUÍDOS NO PDF NAS PÁGINAS SEGUINTES:


Clique para ver Profecias Católicas
(Parte 1 do Volume I)


Por temas:

- O reino da luxúria e da impureza
 
- Apostasia na Igreja e nos povos


- Castigo Mundial ou Bagarre
 
- Reino de Maria ou Restauração


- Hipóteses e interpretações exegéticas

Clique aqui para ver previsões de Plinio Corrêa de Oliveira na política, na religião, costumes, coisas particulares, etc
(Parte 2 do Volume I)



Abaixo os pressupostos do volume I, 3a edição, ainda sem forma final...


"PRESSUPOSTOS E INTRODUÇÃO DE TODO O VOLUME I
(nas outras edições chamado de "como ler este volume...")


Adendo da 3a edição: ordenamos os pressupostos deste volume, elencados desde a primeira, ainda que esparsos pela introdução:

Pressuposto 1: este volume é inteiramente submisso à censura eclesiástica, isto é, à hierarquia que vai do Sumo Pontífice aos seus subordinados no globo.

A Santa Sé legisla, julga e administra a Santa Igreja de Deus, tendo o Papa Reinante como a última instância. R
azão pela qual o primeiro capítulo da parte 1, que reúne material doutrinal autorizado sobre profecias, foi nomeado "essencial" para a compreensão de todo o resto. Toda teologia da história, hipóteses e interpretações da parte 1 não são, portanto, infalíveis.
 
Pressuposto 2: a parte 2 do volume I demonstra tudo que não caberia na parte 1 relativo a Plinio Corrêa de Oliveira: seu profetismo, atuação através da TFP, e à sua santidade que cremos sem querer nos adiantar ao juízo da Santa Sé, suprema legisladora e juíza de todo o direito canônico.
 
De modo que a segunda parte do volume I pode ser lida sem a primeira, e a primeira sem a segunda, com boa vontade. Formam um conjunto, porém, são divulgadas separadas por duas razões: extensão das partes e o interesse de muitos em só uma.

Pressuposto 3: a parte 1 se concentra nos eventos bem anteriores ao fim do mundo e à vinda do Anticristo, como exposto no capítulo I, onde também se rechaça qualquer tipo de milenarismo, ou um reino próximo de mil anos antes do fim da história.
 
Pressuposto 4: cálculos de datas não miram o fim do mundo ou o Anticristo. Não marcam data para castigos ou para o "triunfo do Coração de Maria", mas conjecturam a vinda de vozes anunciadoras destes. Tais métodos se assemelham aos que prevêem chuva com mais certeza, pois detêm muitos elementos de medição. Aqui, são estes: compilação doutrinária tradicional sobre o tema, teologia da história sobre o tema, hipóteses relativas ao que foi apresentado, e o conjunto das profecias: públicas e as privadas mais conhecidas e convergentes. Porém, nenhuma conjectura daqui incentiva a esperar sentado, ou fugir para as montanhas em determinada época. Mesmo assim, se são passíveis de censura eclesiástica, não o serão por gente com mau espírito, ou censores fora da comunhão com o Santo Padre.
 
"Hipócritas! Sabeis distinguir os aspectos do céu e da terra; como, pois, não sabeis reconhecer o tempo presente?" S. Lucas XII.
 
Pressuposto 5: o critério de seleção e exclusão de diversas profecias foi explanado no começo do capítulo V da parte 1.

A Providência Divina sempre sabe melhor. Por enquanto, ansiamos pelo encontro de algumas das profecias, hoje perdidas, para incluí-las. De fato, elas existem.
  
Pressuposto 6: o nome “TFP”, quando usado, não se refere ao caráter jurídico perante a lei civil, mas ao seu sentido espiritual ou à sua existência até 1995, quando faleceu o fundador desta vocação.
 
Assim, há liberdade para as teses sem emitir juízo sobre a "Associação em defesa da Tradição, da Família e da Propriedade" atualmente. Portanto, este volume e toda a série não pertence a nenhuma entidade ou grupo, bem como ao pensamento da TFP brasileira e a de outros países, coirmãs e autônomas. Representa somente a opinião do autor ou de quem aderir ao pensamento exposto.
 
*** 
 
O sumário explica por si o intento deste volume. Reforçamos aqui o que devia ser afirmado por todo católico: o objetivo é glorificar a Deus. Fazemo-lo através da exposição das profecias privadas, as quais convergem em uma grande denúncia ao mundo oposto à doutrina católica tradicional, e a civilização que esta inspirou. 

Também estas profecias têm vaticínios do futuro. Afinal, "o Senhor Deus não faz nada sem ter revelado antes o seu segredo aos profetas, seus servos" Amós III, 7.

Este volume está em formato digital, pois incentiva o uso de algum e-reader para a leitura desta obra que, apesar de não ser de domínio público, é disponibilizada gratuitamente. Com um e-reader que simula um livro de verdade, lê pdf's antigos, e ainda inclui dicionário, o leitor também terá acesso a muitas obras boas que caíram em domínio público.


Adendo da 3a edição: após 5 anos, chegamos à conclusão que esse trabalho é menos que palha. De fato, se há algum mérito, ele precisa ser concedido aos inúmeros santos, beatos, e profetas em odor de santidade que receberam inúmeras profecias, sem contar com os diversos católicos que trataram do tema. Só tivemos a graça de poder compilar toda esta riqueza da Santa Igreja. Um dia a Virgem Santíssima suscitará filhos verdadeiramente marianos para realizarem um trabalho bem melhor do que este. Ademais, se há alguma contribuição original nesta obra, o assentimento é inteiramente dependente do juízo da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Se algum dia algo aqui escrito for recusado, previamente já nos pomos ao lado Dela.

A data escolhida para publicar esse pdf pela primeira vez também é relevante: 13 de Maio de 2015, festa de Nossa Senhora de Fátima. Noventa e oito anos depois da primeira aparição. A data é simbólica, também, porque sete anos após começarão, segundo nossas hipóteses, eventos nunca antes vistos pela humanidade, mas antes vislumbrados pelos profetas (adendo da 3a edição: não se trata do fim do mundo, tampouco é um convite para esperar sentado, ou programar a vida de acordo com isso!). O primeiro dos 7 anos que nos separa do ano aguardado, e a primeira das 7 aparições que nos separa da aparição aguardada têm data no dia 13 de Maio. Afinal, a Virgem de Fátima ainda disse: “Virei aqui uma sétima vez”. Somente seis aparições ocorreram.


Na 2a edição, foram feitas diversas correções de português, assim como reformulação ou eliminação de frases incompreensíveis, mesmo no contexto, por causa da falta de revisão em alguns artigos escritos com pressa e sob "brainstorming".

Adendo da 3a edição: escritos em plena "Pátria Educadora" do governo socialista brasileiro, a primeira e a segunda edição careciam de revisão de ortografia, coesão, pontuação, norma culta da língua, paralelismo sintático, concordância verbal, crase, etc. Graças a Deus pudemos corrigir isso, livrando-nos um pouco da ignorância. A pressa foi tão inimiga da perfeição que só nesta 3a edição percebemos que tínhamos esquecido de colocar um artigo que deveria entrar na 1a edição.
O que chamamos de atualização na 2a edição foram as revisões, agora de fato feitas. Quanto à diagramação, foi inserido o que faltava: numeração, quebras de página, capa na parte, bordas menores, arrumação de textos fora de ordem, etc. Isso fez o número de páginas aumentar mais do que aumentaria só com os incrementos. Se julgamos correto em deixar público o trabalho sem todos esses elementos, o futuro dirá melhor do que o presente, já o fato consiste no seguinte: esta edição é a mais próxima do que visávamos.

***
 
Adendo da 3a edição:
é importante ressaltar trechos de pedidos e confianças inspiradas de Plinio Corrêa de Oliveira (dispostos integralmente na parte 2 deste volume) e oferecer à Mãe de Deus este labor, para que seja o cumprimento de anseios tão justos, tão esquecidos, tão urgentes que esse filho da Virgem Santíssima exprimiu, e que infelizmente seus herdeiros não tiveram atenção em cumprir. Antes mesmo de conhecermos estas palavras a seguir, já tínhamos o objetivo de fazer algo assim, e podemos dar graças à Maria Santíssima por poder compilar este trabalho, mesmo tão aquém do ideal.
 
"Então, o melhor jeito é estudar e analisar o que previram a respeito de nosso século as melhores fontes, quer dizer, processos de canonização, livros escritos por santos, etc. E vermos o que tem de unum em todas essas visões, e o que tem de discordantes.

É um embasamento que no caos da Bagarre [N.E: nome usado para o castigo mundial explicado no capítulo II da parte 1] nos parece o porto do contra-caos, e, até certo ponto, pode ser que as previsões tratem de algumas coisas e não de outras. Mas tem alguma coisa que é um vade mecum, que me parece de uma importância muito grande.
 
Essas revelações privadas têm o que há de falível em que há em toda obra humana. Mas não se pode sustentar que nelas, consideradas no seu conjunto, nada há em que o fiel não possa encontrar uma previsão provável, se não indiscutível do fatos que vão acontecer. Não é, portanto, uma afirmação concernente a esta ou aquela previsão, mas é concernente ao bloco, ao conjunto.

Deus não teria dado tantas revelações a santos, beatos ou pessoas cuja heroicidade e virtudes a Igreja estudou e proclamou, que acabassem não sendo no seu conjunto fiáveis. Isso é uma coisa que me parece de primeira evidência. Portanto, é razoável que os fiéis procurem com prudência e com discernimentos necessários, atendendo o que diz a Igreja sobre as cautelas com que é preciso considerar essas previsões. E assumi-las na medida em que nos pareçam razoáveis, e com isso fazer um tesouro que poderá nos servir para muita coisa complicada e difícil que possamos ter diante de nós.
"
(Conselho de Dr. Plinio para uma comissão de estudos de profecias no dia 19 de Abril de 1995, segundo contou o Sr. Luis Dufaur em uma reunião no ANSA, no dia 26 de Setembro de 1996).
 
"Esta [N.E: meditação do "passado do homem e sua história espiritual com vistas ao futuro"] é uma espécie de meditação profética, que tenho a impressão que é da escola espiritual da TFP e que propriamente permitam-me uma confidência, mas estamos chegando à plenitude dos tempos e é preciso ir soltando as confidências tenho a impressão que os Êremos [N.E: casas de estudo da TFP] deveriam ter caminhado para lá. Para mim isto é evidente.

Não fizeram porque não quiseram. Quando eu falava, por exemplo no
Êremo de Elias, certo mistério no Êremo de Elias, etc, eu tinha em vista sobretudo – não me leve mal a confidência – encaminhar o espírito para este suco de meditação que não recebeu apetência. Isto estou longe de comentar com amargura, com nada disto, isto é uma outra questão.

Porém, cada um deveria em torno da meditação profética, vista como meditação síntese, meditação própria à nossa vocação, mas enquanto meditação síntese, meditação culminante, cada um cabendo ter feito algo de específico. Não foi feito e está acabado, mas o chamado fica, para isto renascer de algum modo em Jasna Gora, de outra maneira, etc" (
Reunião Normal, 4 de Fevereiro de 1967, Sábado).

Peçamos à Virgem Co-Redentora que suscite apóstolos que possam fazer um trabalho como este, mas muito melhor.
 
 
***
 
A seguir, colocamos as novidades e incrementos mais relevantes de cada parte, em todas as edições, conforme prometido desde a primeira.

(...)"

SUMÁRIO