Dr.Plinio prevê a queda da Singapura e a conquista das Índias holandesas pelo Japão durante a Segunda Guerra Mundial

Segundo o próprio Dr.Plinio de modo impressionante conta recapitulando seus artigos no jornal "O Legionário" durante e pouco antes da Segunda Guerra Mundial [1]. Com algumas notas nossas.

"Vichy e a Indochina francesa

Petain [Philippe Petain, Marechal francês líder do governo fantoche francês criado após a rendição à Alemanha Nazista em 1940], com seu governo de Vichy [Cidade no Centro da França onde se localizava o governo fantoche], cruzou os braços diante da ocupação da Indochina pelos nipônicos, ela que se opôs tão energicamente à desocupação de Dakar por De Gaulle.

E dizíamos a 27 de julho de 1941:

“A ocupação deste país (a Indochina) pelos nipônicos, anunciada para esta semana, constituiria um golpe terrível para a segurança dos Aliados no Extremo Oriente, afetando diretamente Singapura e as Índias Holandesas – estas capazes de fornecer todo o petróleo de que o Japão necessita em caso de guerra.

Com estes fatos as vantagens obtidas pelo “eixo” durante a semana foram enormes.

Desnecessário é ressaltar a atitude de Vichy, disposto a todas as resistências contra os aliados da França, e todas as concessões aos países do eixo” [2].

Nossas previsões seriam confirmadas após Pearl-Harbor com a queda de Singapura e a conquista das Índias Holandesas pelos nipônicos.

O ataque nipônico de Pearl-Harbor

Com o ataque traiçoeiro às bases americanas e inglesas, realizado pelos nipônicos a 7 de dezembro de 1941, a guerra tornou-se mundial. Dizia o “Legionário” a 14 de dezembro de 1941:

“Toda a América acompanha os Estados Unidos, enquanto as demais nações do Eixo apoiam os japoneses, e as declarações de guerra sucedem-se rapidamente” [3].

E a 1º de fevereiro de 1942:

“Recomendamos ao exame atento dos nossos leitores, o resultado oficial do inquérito do governo norte-americano sobre o ataque nipônico a Pearl-Harbor. Mais do que qualquer comentário, as conclusões deste inquérito põem a nu todo o mistério de iniquidade que o LEGIONÁRIO sempre apontou na quinta-coluna.

Com efeito, como negar que tenha havido traição e, por outro lado, qual o dinheiro suficiente para indenizar os traidores por todos os prejuízos que necessariamente lhes advirão da traição?”" [4].

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Fontes:
[1] "O Legionário", 13 de maio de 1945, no.666
[2] "O Legionário", 27 de julho de 1941, no. 463
[3] "O Legionário", 14 de dezembro de 1941, no.483
[4] "O Legionário", de fevereiro de 1942, no.490