S.Francisco de Paula prevê a vinda de novos apóstolos que acabarão com a seita maometana e restaurarão a Igreja

S. Francisco de Paula,
rogai por nós
Do livro "O Príncipe dos Cruzados (Vol. I, parte I, 3a edição, Cap. V)".

Para compreender as interpretações do artigo, recomendamos a leitura dessa série, ou a leitura dos seguintes artigos: 

Santa Teresa de Jesus vê a vinda de um grande Santo Carmelita e de Apóstolos fervorosos

Beato Francisco Palau fala de um restaurador da Igreja Católica: um novo Elias, um novo Moisés

Clique aqui para ler mais sobre o Grande Castigo e o Reino de Maria



Três cartas de São Francisco de Paula (1416-1507), fundador da Ordem dos Mínimos, ao Sr. Simon de la Limena. Nossos comentários em negrito.

"Ao meu muito magnífico e virtuoso senhor, o senhor Simon de la Limena (...)

Preparem-se todos os príncipes espirituais e temporais do mundo para esperar o grandíssimo açoite que virá sobre eles. E qual será? Dos hereges e dos infiéis e depois virão os fidelíssimos escolhidos do Altíssimo Santos Crucíferos. Os quais não podendo vencer primeiro com letras os hereges, se moverão contra eles impetuosamente com armas. Vencerão muitas cidades, castelos, fortalezas e vilas, com morte de infinitos, bons e maus. Os bons serão mártires de Jesus Cristo e os maus do demônio". 

O grande açoite virá sobre a terra: é o grande Castigo. Mas não virá só sobre uns, como querem aqueles que pretendem tirar a culpa dos sacerdotes, ou dos políticos (simbolizado pelos príncipes, embora os nobres também tenham culpa). O primeiro açoite é o da heresia e do neo-paganismo (os "infiéis"), os quais trarão enormes dores morais a humanidade (moral decadente desagrega a sociedade). Isso já é o começo do Castigo universal, como dito em capítulos precedentes.

Então, virão os Santos Crucíferos. Aqui vê-se que primeiro vem a luta incruenta, ou seja, uma luta espiritual, como a de S. Miguel Arcanjo contra os demônios, prefigura do Castigo conforme mostramos ser o raciocínio de Plinio Corrêa de Oliveira. No entanto, a hora chegará para a Bagarre (Castigo Mundial, já tratado) sangrenta, quando os meios incruentos forem utilizados ao máximo sem sucesso.

"Os infiéis se moverão contra essas duas partes de hereges e católicos; matarão, arruinarão e saquearão a maior parte da Cristandade. Do outro lado se moverão os “Santos Crucíferos”, não contra os cristãos, nem dentro da Cristandade, mas sim contra os infiéis no paganismo, e os conquistarão todos com mortes de infinitos números de infiéis, e depois se voltarão contra os maus cristãos e o matarão a todos os rebeldes de Jesus Cristo, e os exterminarão todos temporalmente e espiritualmente como é da vontade da Divina Majestade".


Primeiro a luta contra o neo-paganismo, o que não podemos confundir com a seita maometana, já que ela é uma heresia. Esse neo-paganismo predomina na mentalidade da sociedade atual com as reivindicações abortistas, o movimento sodomita, o tribalismo-indígena, os costumes selvagens, em suma, a revolução tribalista igualitária. Esse segmento de infiéis pode ser representado por todo exército ou multidão comuno-socialista que visa impor tais reivindicações no mundo, e pode também significar as forças armadas de um país tomado por tal ideologia. Então, esses "Crucíferos" usarão de outros meios, sejam exércitos de outros países, seja do próprio país, para lutarem contra eles, ou seja, a luta terá, predominantemente, aspecto de guerra civil. São hipóteses.

"Regerão e governarão o mundo santamente in saecula saeculorum, amen. De vossa linhagem virá o fundador dessa gente santa. Mas quando? Quando será tal coisa? Quando serão as cruzes com os sinais, e se verá sobre o estandarte o crucifixo? Viva Jesus Cristo bendito, Gaudamus omnes nós que estamos no serviço do Altíssimo [1] pois que se aproxima a grande visita e reforma do mundo e haverá um só rebanho e um só Pastor (...)

25 de Março de 1460" [2]

Depois do Castigo, a profecia clara da restauração com o Reino de Maria, maior glória da Igreja na terra. Aqui se há a primeira menção do fundador desses novos apóstolos.

"Ao meu muito magnífico (...)

Já se vai aproximando a hora em que a Divina Majestade visitará o mundo com a nova religião dos “Crucíferos”, com o crucifixo levantado sobre o mais alto estandarte, e de maior lugar. Estandarte admirável aos olhos de todos os justos, que no princípio escarnecerão os incrédulos, maus cristãos e pagãos, mas depois de verem as maravilhosas vitórias contra os tiranos, hereges e infiéis, suas zombarias se converterão em lágrimas". 

A "nova religião" se refere a uma ordem, pois a hagiografia também cita a "primitiva religião" do santo. Os dessa ordem, ao chegarem, serão zombados, porque parecerão "ultrapassados", "retrógrados", como alguns neo-pagãos costumam dizer de muitos conservadores. É notável a frase "visitar o Mundo", o que parece ser um paralelo com a profecia de Ezequiel, comentada no capítulo IV, na qual "visitadores" causam grande matança na cidade, da qual só sobrevivem aqueles que possuíam a cruz do Tau na porta de casa. 

"Esta gente santa fará córregos como rios do sangue dos rebeldes à Divina Majestade. Oh quantas infelicíssimas almas se irão ao inferno, cujos corpos serão comidos pelos animais brutos, castigo merecido de todos aqueles que serão transgressores dos preceitos divinos, por obstinação e não por fragilidade; porque aos frágeis penitentes a soberana misericórdia ordinariamente os perdoa benignamente. Oh Santos Cruziferos escolhidos do Altíssimo, quanto sereis grandessísimos ao grande Deus! Muito mais, por certo, que o foi o povo de Israel: Deus mostrará sinais mais maravilhosos por vós, que jamais mostrou por outro povo".

A própria missão profética desses apóstolos é prova de que Deus lhes reservou uma glória especial, graças e missões jamais vistas. Adendo da 3a edição: na fonte usada figura "Cruziferos", e não "Crucíferos", como traduzido antes. Resolvemos ser mais fiéis ao original, pois Crucíferos também tem outros significados. Cremos que, talvez por erro de um copista do passado, muitas vezes traduziram como "Crucíferos". Além disso, é preciso lembrar que o santo era italiano, e provavelmente falou o nome "Crocesignati". Essa percepção nos levou a buscar livros de história sobre o nome, os quais citamos no parágrafo seguinte. Ressaltamos o incrível paralelo com temas tratados nos capítulos precedentes: cruz do Tau, profecia de Ezequiel e inquisição.

"A investidura de assistentes civis ou eclesiásticos por parte dos inquisidores foi uma prática reconhecida e recomendada, pela primeira vez, pelo Papa Inocêncio IV em 1254 (...). A bula Malitia huius temporis, ao conceder esse poder de investidura aos inquisidores, outorgou um título que se utilizou até os fins do século XVIII nos Estados italianos e que se representa por meio da insígnia atribuída então aos servidores do "Santo Ofício", a cruz do Tau. O simbolismo de um emblema que se faria secular se põe expressamente destacado (...) pelo inquisidor Giovanni Vecenzo Paolini de Garessio em 1655. Este, ao começo do texto, faz referência à bula como documento fundador e explica o sentido do tipo de cruz escolhida, "que tomava a figura do signo do Tau, com o qual Deus ordenou a seu profeta Ezequiel que marcasse a testa de todos os devotos da honra de Deus que rechaçassem as abominações feitas em Jerusalém" (...) a Bula de Clemente VII Cum sicut ex relatione, de 15 de janeiro de 1530, se dirige explicitamente às confrarias de crocesignati, concedendo-os diferentes privilégios, como a indulgência plenária. Essas graças se confirmaram e se estenderam pela Bula de Pio V Sacrosanctae romanae e universali Ecclesiae, de 13 de Outubro de 1570 (...) e pela bula de Paulo V Cum inter caeteras, de 29 de Julho de 1611" [3]. "Os estatutos enfatizavam a importância de procissões com cruzes cerimoniais para escoltar o inquisidor e seus oficiais imediatos e enaltecer a imagem da Inquisição. Tal mais provavelmente era a principal tarefa da maioria dos Crocesignati ou confraternidades similares. Tal atividade, junto aos "privilégios" e dispensas, atraiu a adesão de muitos famílias de elites, como foi o caso na Bolonha (onde os Lambertini e Pepoli rivalizavam-se)" [4].

"Vós destruireis a maldita seita maometana; vós poreis fim a toda sorte de infiéis, hereges e seitas do mundo, e sereis a ruína de todos os tiranos: vós poreis silêncio com perpétua paz por todo o universo: vós fareis santos a todos os homens, ou por força, ou por vontade".

O Reino de Maria, já tratado, será assim estabelecido. Se acreditamos nessa profecia ficamos tranquilos não só com a vitória da Cristandade, mas com o fim do mundo, que não vai chegar ainda em nossa época, porque primeiro é preciso acabar com o islamismo, a heresia e a infidelidade, depois restaurar a Igreja. Então, depois de um tempo de glória da Igreja, virá o anti-Cristo.

"Oh gente santa! Oh gente bendita da Santíssima Trindade! Senhor Simon, irmão em Cristo, e companheiro caríssimo, alegre-se vossa alma, que o grande Deus se digna por meio de descendente vosso, e filho meu bendito, dar uma religião tão santa ao mundo, a última de todas, e a mais amada da Majestade Divina. Vencedor, vencedor se chamará seu fundador; vencerá o mundo, a carne e o demônio. Laus Deo, e a todos os seus benditos (...). De nosso convento de Paula [5] no dia 7 de Março de 1465 [6]".

S.
Francisco de Paula deixa mais claro que virá da linhagem de Simon de la Limena esse fundador dos "Crucíferos". Mas por que "a última" de todas? Vemos aqui um paralelo com os "apóstolos dos últimos tempos" mencionados por São Luis Maria Grignion de Montfort. Adendo da 3a edição: antes, por algum erro, traduzimos "filho meio bendito", no lugar de "filho meu bendito". Feita a correção, cremos que ainda que o trecho indique alguém da Ordem dos Mínimos, também pode indicar um monge, um ermitão, ou até leigo terceiro dessa ordem. Assim cremos por duas razões: a polissemia das profecias, e outras profecias que falam da importância de outra Ordem, a do Carmo.

"Ao meu muito magnífico (...)

Temos entendido de boa parte, como sendo um parente vosso grande jogador [apostador], no qual havendo jogado toda sua fazenda [no sentido de propriedade, bens], V.S. por piedade lhe dava algo com que passar a vida, exortando-o continuamente à paciência e dando-lhe algumas vezes dinheiro para suas necessidades (...) [7]

Virá depois de vós um descendente vosso, assim como muitas vezes o tenho escrito, e profetizado pela vontade do Altíssimo, no qual fará outros maiores feitos, e maiores sinais. Que V.S. está em que este Santo homem será grande pecador na juventude, e depois se converterá ao grande Deus, do qual será chamado com a eficácia de São Paulo; será o grande fundador de uma nova religião, diferente de todas as outras; ele a repartirá em três ordens, de cavaleiros armados, sacerdotes solitários e hospitalários piedosos".

Avaliemos de que instituição o Santo fundador da Ordem dos Mínimos fala. Primeiro, precisamos deixar claro que a época em que vivemos é a dos maus sacerdotes, como as outras profecias mostram, o estudo da Doutrina, etc. Portanto, qualquer um que alegue ser profeta precisa estar conforme ao conjunto das profecias, denunciar os maus sacerdotes, principalmente alguns prelados, e incluso, infelizmente, Papas, que contribuem para essa deterioração da fé e apostasia silenciosa.

Portanto, esse fundador não pode ser nenhum progressista, ou de pouca fé e doutrina, teria que ser alguém que viveu para a obra e os apóstolos que estabeleceu, sabendo que aquilo era a solução para a sua época, como o próprio S. Francisco de Paula profetiza. Também esses apóstolos precisam ter um fundador que tenha uma missão profética, sendo ele mesmo um profeta, que cumpre a profecia que lhe é atribuída. Ora, como os tradicionalistas são os únicos candidatos, já que são os únicos a perceberem o problema contemporâneo da Igreja, como o desastre que o Concílio Vaticano II trouxe, a perda da fé que a missa nova trouxe ao se aproximar da "ceia protestante" e mudar a liturgia católica completamente, temos que procurar dentre esses um candidato.


E também um profeta, um líder com apóstolos para se harmonizar com a profecia. Dado essas características, e dado a parte 2 desse volume, cremos que se refere a Plinio Corrêa de Oliveira, pois este profetizou: o desastre do Concílio, o da missa nova (encomendando um trabalho teológico que mostrava que, em consciência, não se podia aceitar tal missa), várias outras coisas no âmbito político, religioso, dos costumes e até coisas particulares. Também moveu campanhas bem-sucedidas contra a Revolução anti-católica junto aos seus apóstolos na TFP desde a década de 30, quando ainda não eram conhecidos por esse nome. 

Outras profecias ainda contribuem, porque falam desse fundador e guia dos novos apóstolos como carmelita. Ora, os membros da TFP originalmente eram todos carmelitas em um sodalício que Dr. Plinio era Prior. 

Os cavaleiros armados, sacerdotes solitários e hospitalários piedosos pode parecer um contra-argumento, pois na TFP não há sacerdotes, mas havia uma espécie de "três divisões". Uma se aplica bem a "solitários": os camaldulenses, que moravam em camáldulas, vivendo em solidão e silêncio, espelhando uma vida monástica. Mas tudo servia como correção e aprendizado, pois Dr. Plinio não queria uma ordem religiosa, e sim uma ordem combativa na esfera temporal. Os cavaleiros armados podem ser os eremitas itinerantes, que faziam campanhas por todo o país, e estavam sempre "armados" com as armas da Contra-Revolução, isto é, os livros, panfletos, a palavra da verdade, trombetas e instrumentos vários de guerra ideológica incruenta. Os hospitalários piedosos simbolizam os apóstolos residentes nas sedes ou nos chamados Êremos, os quais faziam as reuniões, assim como o trabalho intelectual, e por isso, assim como um hospitalário ajuda na guerra, eles ajudavam os "cavaleiros armados" a se prepararem, etc (Adendo da 3a edição: é importante lembrar que o espelhamento da vida monástica não era um fim em si mesmo, pois tanto os camaldulenses, quanto os simbolizados por "hospitalários piedosos" ajudavam os simbolizados por "cavaleiros armados" com vários estudos. Ou seja, os camaldulenses e outros de vida similar não existiam senão para auxiliar a ação pública da TFP. Por exemplo, alguns deviam estudar a opinião pública).

Poderíamos considerar os "sacerdotes" também ao pé da letra se considerarmos que no futuro haverá, com um sucessor de Dr. Plinio, sacerdotes que vivam ao serviço da TFP (poderiam ser camaldulenses), como se a ela pertencessem, mas não o sendo verdadeiramente, porque a TFP não é uma entidade sacerdotal, e sim civil. De certa forma, tal coisa já ocorreu no passado em menor grau com o serviço contínuo de alguns padres, porém, esses ainda eram seculares e precisavam residir em suas dioceses. Também cogitamos a possibilidade de haver algum tipo de aliança com a ordem carmelita, como os carmelitas eremitas que o Beato Pe. Palau criou, pois ele próprio foi um profeta sobre os restauradores.

Agora vem a pergunta óbvia: como Dr. Plinio pode ser o fundador dessa ordem se ele, morto, precisa liderar os "Crucíferos" da TFP? Hipotetizamos que o fundador terá uma espécie de sucessor, a ser considerado co-fundador, pela tal influência na ordem, sem prejuízo da preeminência e autoridade do fundador. Casos assim são comuns na história da Igreja, como foi com São Boaventura nos Franciscanos, etc.

Com essa concepção explicamos o porquê da profecia falar que "será um grande pecador na juventude". É notório, e o próprio Dr. Plinio contava, que com menos de 15 anos ele era preguiçoso e tinha vários outros defeitos. Mas não nos parece que era como São Paulo: um perseguidor, um inimigo da fé católica. Assim, a profecia parece encaixar melhor numa vida de um futuro co-fundador.

Adendo da 3a edição: enfatizamos que esse comentário em negrito, terminado aqui, é um conjunto único, e mesmo que esteja separado em parágrafos, um não prescinde do outro. É desonesto tomar trechos isolados para entender como quer. Ademais, os adendos daqui não retiram tudo que foi dito, mas acrescentam.

"Será a última religião de todas, tomará maior fruto na Igreja de Deus que todas as outras últimas; extinguirá a maldita seita maometana; e todos os hereges ou tiranos do mundo se extirparão. Tomará por força de arma todo o espiritual e temporal, e será um ganho e um pastor, e reduzirá o mundo a uma santa vida, e reinará in saecula seculorum amen. Em todo o mundo haverá senão doze reis, um imperador, um papa, e pouquíssimos senhores, os quais serão todos santos".

Novamente, o Reino de Maria instaurado. O papa e o imperador parecem indicar o Papa Santo e o Grande Monarca de outras profecias. Os doze reis indicam o quanto o mundo será reduzido nesse Castigo terrível, mas também, pelo simbolismo do número doze, como em "doze tribos de Judá", etc, mostra o alcance universal desses acontecimentos.

"Viva Jesus Cristo, porque a mim, indigno pecador se tem dignificado de dar-me espírito profético com claríssimas profecias; não obscuras, como a outras servos as fez escrever e dizer de modo obscuro. Eu sei que nos incrédulos e gente precita não serão senão zombadas minhas cartas, e que não as crerão; mas nos fiéis espíritos católicos que aspiram o Santo Paraíso, essas letras engendrarão tanta suavidade no amor divino, que se deleitarão lendo-as muitas vezes e procurarão fazer cópias delas com grandíssimo fervor, que tal é a vontade do Altíssimo. Nessas letras se conhecerá qual é de Jesus Cristo bendito e quem é predestinado ou precito, e muito mais no santo sinal de Deus vivo, quem o reverenciará, amará e trará, será santo de Deus (...)".

13 de Agosto de 1469 [8]

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[1] As palavras seguintes a esse número, assim como a data, faltam na cópia da vida do santo e, por isso, são tiradas de outra cópia impressa da mesma carta, conforme informa o autor de "Las profecias en relacion al estado actual y al destino futuro del mundo, sobre el fin de la revolucion, imperio del gran monarca y triunfo de la Iglesia Católica", Lérida, 1871. 
[2] Prodigiosa vida y admirable muerte de nuestro glorioso padre S. Francisco de Paula del Orden de los Mínimos, Pe.José Gómez de la Cruz, 1718. Disponível no google books. Tradução nossa. Pg.386-387
[3] La Inquisición en la época moderna, Francisco Bethencourt, LAS CONFRADÍAS, pg 124-125. Link: https://books.google.com.br/books?id=58wvTfVBgxwC&pg=PA125&lpg=PA125&dq=Crocesignati&source=bl&ots=Ulo8xMTNFa&sig=ACfU3U2B0RtUADuYZPvc4KXW85roTMj3SQ&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWn87g2frpAhW_HbkGHdgXC5EQ6AEwCHoECAkQAQ#v=onepage&q=Crocesignati&f=false
[4] A Companion to Medieval and Early Modern Confraternities, Confraternities Supporting the Inquisitors. The Italian Crocesignati, pg. 148, editado por Konrad Eisenbichler. Link: https://books.google.com.br/books?id=s_-GDwAAQBAJ&pg=PA148&lpg=PA148&dq=Crocesignati&source=bl&ots=6YheF2-vkr&sig=ACfU3U2HMmHGRjwjUqIVefHAge8cBovGTg&hl=pt-BR&sa=X&ved=2ahUKEwjWn87g2frpAhW_HbkGHdgXC5EQ6AEwAXoECAsQAQ#v=onepage&q=Crocesignati&f=false

[5] Na cópia italiana a data é de 1495, mas acreditamos que foi um erro de impressão.
[6] Idem.Pg.388-389
[7] Pulamos a parte que São Francisco de Paula profetiza coisas particulares sobre essa relação. 
[8] Idem, pg.390-392