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Papa Francisco citou maometanos que dizem: "O corão é um livro de paz, um livro profético de paz", e completa "compreendo isto"

Em 2014, um exemplo de inversão de hierarquia: entrevista para jornalistas sentados enquanto o Pontífice Reinante permanece de pé

Editado: no passado, afirmava-se no título que o próprio Santo Padre tinha catalogado o livro herético islâmico como "livro de paz". Por algum erro crasso, ignorava-se que Sua Santidade parafraseava alguns muçulmanos. Trocando o título por amor à justiça, reitera-se como afirmações bem mais chocantes já foram compiladas aqui.

No dia 30 de Novembro de 2014, o Sumo Pontífice
citou muçulmanos crentes na "paz e profecia" do Alcorão, antes da óbvia observação de que nem todos os maometanos são terroristas. Invés de assegurar, com a autoridade de Vigário de Cristo e seguindo a S. Tomás, que o livro maometano é um livro de morte e de morte eterna, cujas promessas atiçam os desejos carnais e excitam a concupiscência daqueles povos nos quais domina:

"Sobre a islamofobia: é verdade que, à vista destes actos terroristas, não só na área médio-oriental mas também na África, há uma reacção: «Se me dizem que isto é o Islã, zango-me!» E há muitos muçulmanos que se sentem ofendidos; muitos, muitos muçulmanos. Dizem: «Não, nós não somos isto. O Alcorão é um livro de paz, é um livro profético de paz. Isto não é Islã». Eu compreendo isto e penso – pelo menos eu, penso-o sinceramente – que não se pode dizer que todos os muçulmanos são terroristas. Não se pode dizer! Tal como não se pode dizer que todos os cristãos são fundamentalistas." [1].

O que pensar?

-> Santo Tomás de Aquino falando do Islamismo e comparando com a fé cristã: 

"No entanto, os iniciadores de seitas errôneas seguiram caminho oposto, como se tornou patente em Maomé.

Ele (Maomé) seduziu os povos com promessas referentes aos desejos carnais, excitados que são pela concupiscência.
Formulou também preceitos conformes àquelas promessas, relaxando, desse modo, as rédeas que seguram os desejos da carne. Além disso, não apresentou testemunhos da verdade, senão aqueles que facilmente podem ser conhecidos pela razão natural de qualquer medíocre ilustrado. Além disso, introduziu, em verdades que tinha ensinado, fábulas e doutrinas falsas. Também não apresentou sinais sobrenaturais. Ora, só mediante estes há conveniente testemunho da inspiração divina, enquanto uma ação visível, que não pode ser senão divina, mostra que o mestre da verdade está inspirado de modo invisível. Mas Maomé manifestou ter sido enviado pelo poder das armas, que também são sinais dos ladrões e dos tiranos. Ademais, desde o início, homens sábios, versados em coisas divinas e humanas, nele não acreditaram. Nele, porém, acreditaram homens que, animalizados no deserto, eram totalmente ignorantes da doutrina divina. No entanto, foi a multidão de tais homens que obrigou os outros a obedecerem, pela violência das armas, a uma lei. Finalmente, nenhum dos oráculos dos profetas que o antecederam dele deu testemunho, visto que ele deturpou com fabulosas narrativas quase todos os fatos do Antigo e do Novo Testamento. Tudo isso pode ser verificado ao se estudar a sua lei. Já também por isso, e de caso sagazmente pensado, não deixou para leitura de seus seguidores os livros do Antigo Testamento, para que não o acusassem de impostura. Fica assim comprovado que os que lhe dão fé à palavra creem levianamente" (Suma contra os Gentios. Livro I, Capítulo VI, grifos nossos).


-> O Corão, "livro de paz", segundo trechos da surata

"O castigo, para aqueles que lutam contra Allah e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo" (Alcorão, Surata 5,33
, grifos nossos).

"Mas quanto os meses sagrados houverem transcorrido, matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os; porém, caso se arrependam, observem a oração e paguem o zakat, abri-lhes o caminho. Sabei que Allah é Indulgente, Misericordiosíssimo" (Alcorão, Surata 9, 5
, grifos nossos).

Cinicamente, antes destes versos, diz o livro do demônio:

"Não há imposição quanto à religião, porque já se destacou a verdade do erro" (Alcorão, Surata 2, 256
, grifos nossos).

Outros artigos sobre a crise na Igreja: 

Papa Francisco disse: "todos nós nos encontraremos no céu". Há espaço para o inferno na teologia de Francisco? 

João Paulo II celebrou missa com homens e mulheres nus (índios), que ajudavam a ler a epístola e a levar as oferendas  

Papa Bento XVI em fotos mostrou que revolucionou os símbolos, roupas e paramentos Papais

Papa Bento XVI refutou em fotos os que o chamam de "mestre da liturgia"

Clique para entender a crise na Igreja 


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[1] Grifos nossos. Link: https://www.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2014/november/documents/papa-francesco_20141130_turchia-conferenza-stampa.html

Papa Bento XVI refuta em fotos os que o chamam de "mestre da liturgia"

Doutrina Católica sobre temas aqui tratados:

Papas, Santos e Teólogos falaram contra a comunhão na mão? Refutação do pseudo apoio de São Cirilo de Jerusalém

A mulher coroinha, acólita, cerimoniária contra a Doutrina Católica. Falam a Bíblia, os Papas e Santos

Já mostramos como João Paulo II tragicamente utilizou-se de mulheres coroinhas (e até índias nuas), entre outros abusos litúrgicos. Antes de passarmos para ver o caso de Bento XVI, devemos lembrar que o próprio João Paulo II salientou na instrução "Redemptionis Sacramentum", contrariando a tradição, como já visto:


"A esta classe de serviço ao altar podem ser admitidas meninas e mulheres, de acordo com o critérios do Bispo diocesano e observando as normas estabelecidas" (Cap.II, no.47).

Nestes tempos não é raro ver fotos, frases e montagens exibindo o Papa Bento XVI como uma espécie de martelo das heresias e guardião da tradição litúrgica. Um dos motivos foi seu apoio à missa tridentina através do Motu Proprio "Summorum Pontificum", embora equiparando-a ao rito de Paulo VI, junto com outras idéias.

Cabe então invocar a pessoa fotografada deste ex-Papa (desde sua renúncia), para desmentir a falsa noção que o apresenta como defensor perpétuo dos costumes litúrgicos antigos, distanciando-o da parte litúrgica do "espírito do Concílio".  

A primeira foto acima mostra um atento Papa, do lado de um atento Mons.Guido, outro considerado grande baluarte da liturgia, ministrar a comunhão nas mãos de uma mulher que se curva de um jeito estranho como se estivesse ganhando um presente e não Deus vivo sacramentado, e que por esta mesma razão deveria estar de joelhos se sentindo indigna de tal comunhão, recebendo-a na boca direto de mãos consagradas. 

Comenta o Bispo perito em patrística, D. Athanasius Schneider, que a comunhão na mão é de origem calvinista, ou seja, não tem a ver com a Igreja primitiva [1]. Tampouco poderíamos dizer falar da Igreja dos tempos posteriores, quando S. Tomás já dizia que "por respeito à Eucaristia, nada a deve tocar que não esteja consagrado. Por isso, consagram-se os corporais, os cálices, igualmente as mãos do sacerdote para tocarem este sacramento. Não é lícito, pois, a ninguém mais tocá-lo, a não ser em caso de necessidade, por exemplo se cair no chão ou em outro caso semelhante" [2].
Quando vemos a atividade litúrgica das mulheres nas fotos abaixo, as coroinhas do Papa Bento XVI, é bom recordar São Paulo na Sagrada Escritura:

“As mulheres estejam caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar, mas devem estar sujeitas, como também ordena a lei... porque é vergonhoso para uma mulher o falar na Igreja” I Cor XIV, 34-35.


Com dor, mas com sentimento de serviço prestado no intento de exibir aos tantos católicos quantos sacrifícios e orações precisam ser feitas para afastar a crise da Santa Igreja dispomos a foto abaixo, também uma comunhão na mão ministrada então pelo então Cardeal Ratzinger no funeral de João Paulo II. 

Entretanto, essa foto possui uma particularidade: quem recebe Cristo em mãos é um protestante chamado Roger Schutz, membro de uma comunidade ecumênica.

A questão se põe logo, como aconteceu na época: ele havia se convertido ou não? 

Mesmo considerando certa a primeira opção, era notório o seu protestantismo. Se fosse verdade essa opção, o Vaticano teria causado confusão ao abrir a possibilidade de comunhão aos hereges, quando não explicitou a conversão de Roger, antes de ministrar publicamente tão augusto sacramento.

Mas o fato é que, infelizmente, Roger não se converteu até o seu falecimento. O irmão Aloïs, prior da comunidade ecumência de Taizé, recusou as afirmações, como a do historiador Yves Chiron, que afirmaram que o fundador de Taizé tinha se convertido ao catolicismo. 

"O irmão Roger nunca se converteu formalmente ao catolicismo. Se ele o tivesse feito, ele teria dito, porque nunca escondeu nada de sua vida" [3].

Apesar desta pertinácia herética, ao Papa Bento XVI disse: "o irmão Roger está nas mãos da bondade eterna e do amor eterno, pois chegou à alegria eterna" [4].
Oração aSantíssimo Sacramento em desagravo pelos abusos

    Alma de Cristo, santifica-me
    Corpo de Cristo, salva-me
    Sangue de Cristo, extasia-me
    Água que vem de Cristo, lava-me
    Paixão de Cristo, conforta-me
    Ó bom Jesus, escute-me
    Entre suas feridas, esconde-me
    Não permita que me separe de ti
    E dos exércitos do maligno, defenda-me
    E na hora da Morte, chama-me
    E deixe-me ir a ti
    e Com teus santos, louvar a ti
    Pelos séculos dos séculos
    Amém 

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[1]13 agosto 2011. http://www.religionenlibertad.com/articulo.asp?idarticulo=17082
[2] Suma Teológica, III parte, q.82, art.3, resp.
[3] Jornal La Croix. 7/9/06 - 11 H 46 Frère Roger ne s'est pas "converti". http://www.la-croix.com/Religion/Actualite/Frere-Roger-ne-s-est-pas-converti-_NG_-2006-09-06-516310
[4] Quarta-feira 17 de Agosto de 2005. Audiência geral em Castelgandolfo. http://www.taize.fr/pt_article6816.htmlhttp://pt.radiovaticana.va/storico/2005/08/17/audi%C3%AAncia_geral_em_castelgandolfo:_bento_xvi_manifesta_a_sua_tristez/por-45821