A vinda do Papa Santo e do último Papa exposta na Escritura

Para entender alguns conceitos aqui expostos, recomendamos a leitura:

Beato Holzhauser profetiza a vinda do Papa Santo, do Grande Monarca, e do Grande General, que extirparão as heresias e o islamismo 

S.Francisco de Paula prevê a vinda de novos apóstolos que acabarão com a seita maometana e restaurarão a Igreja 

Hipótese Teológica da divisão das eras da Igreja em parte segundo S.Agostinho e S.Boaventura 

Clique aqui para ler mais sobre o Grande Castigo e o Reino de Maria

Análise da vinda do Papa Santo e do último Papa exposta na Escritura através do sentido de prefigura que tem certas ações de São Pedro.

"Foi esta já a terceira vez que Jesus se manifestou a seus discípulos, depois de ter ressuscitado dos mortos.

Tendo eles, pois, almoçado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, tu amas-me mais do que estes ? Ele disse-lhe: Sim, Senhor tu sabes que eu te amo. Disse-lhe (Jesus): Apascenta os meus cordeiros. Disse-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me ? Ele disse-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo. Disse-lhe (Jesus): Apascenta os meus cordeiros. Disse-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me ? Ficou Pedro triste, porque, pela terceira vez, lhe disse: Amas-me ? E disse-lhe: Senhor, tu conheces tudo; tu sabes que eu te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas". Jo 21, 14-17.


Representando a pessoa do Papa, o Papado: É a confirmação final do Papado de São Pedro, e segundo alguns, os cordeiros representam a Igreja discente, e as ovelhas as Igreja docente, e o Papa deve apascentar estes dois lados da Igreja Católica. É também uma confissão, uma confirmação do arrependimento de ter negado.

O Evangelista salienta que foi esta a terceira vez que Jesus se manifestou aos seus discípulos, mostrando a numerologia desta aparição, pois ela se relaciona com o evento e outros eventos com o mesmo número como já mostramos ao falarmos da terceira testemunha do apocalipse na Escritura
e mostraremos agora.

Representando os três Pedros na negação: No tempo destes três Papas haveria de ter uma negação, seja do alto clero, seja do Papa, ou de ambos. No caso de São Pedro príncipe dos Apóstolos ele foi quem negou, os outros apóstolos fugiram e um entregou Nosso Senhor, completando o simbolismo completo. Mas voltou São João Apóstolo para ficar ao lado da Cruz com Nossa Senhora.

O primeiro Papa Pedro


É o próprio São Pedro Apóstolo, que por causa de uma mera criada porteira nega Nosso Senhor, tendo antes dito que O seguiria à prisão ou até a morte. Por causa do orgulho, caiu o príncipe dos apóstolos. Este é o sentido moral para a atitude de São Pedro.

É o chefe da Igreja quando ainda são cordeiros o rebanho, isto é, a Igreja primitiva apostólica. Por isso, Nosso Senhor, após a primeira resposta diz "apascenta os meus cordeiros".

O segundo Papa Pedro

É o chefe da Igreja quando ainda são cordeiros o rebanho, mas já se passou um tempo e a Igreja já amadureceu como mostraremos pela harmonia dos evangelhos, onde Pedro, no começo da negação, estava sentado ao fogo.

"Então a criada porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste homem ? Ele respondeu: Não sou. Os servos e os guardas estavam ao fogo, porque estava frio e aqueciam-se; Pedro estava também entre eles, de pé, e aquecia-se", Jo 18. Mas São Lucas diz: "Prendendo-o, levaram-no à casa do príncipe dos sacerdotes. Pedro seguia-o de longe. tendo acendido fogo no meio do pátio, e, sentando-se em roda, estava Pedro sentado no meio deles. Uma criada, vendo-o sentado ao fogo, e fixando-o bem, disse: Este estava também com ele. Mas Pedro o negou, dizendo: Mulher, eu não o conheço", Lc 22. Por isso é possível dizer que na primeira negação S. Pedro estava sentado, representando ele mesmo. Confirma São Mateus: "Entretanto Pedro estava sentado fora no átrio. Aproximou-se dele uma criada, dizendo: Tu também estavas com Jesus, o galileu. Mas ele negou diante de todos dizendo: Não sei o que dizes. Saindo ele à porta, viu-o outra, e disse para os que ali se encontravam: Este também andava com Jesus Nazareno. Ele segunda vez negou com juramento, dizendo: Não conheço tal homem", Mt 26.

Quer dizer, o primeiro Pedro está sentado, o clero, representando por ele, ainda é pequeno, a Igreja ainda não está madura, não cresceu, depois da primeira negação ele fica de pé, a Igreja cresceu mas não foi de cordeiro à ovelha ainda, que é a plenitude deste animal, quando ele é adulto.

Pela harmonia dos Evangelhos, juntando as partes, podemos dizer que o evento da segunda negação foi assim: "Simão Pedro levantou-se da roda (Mt 26), e saiu fora para a entrada do pátio (Mc 14), e à porta (Mt 26).
Os servos e os guardas estavam ao fogo, porque estava frio e aqueciam-se; Pedro estava também entre eles, de pé, e aquecia-se (Jo 18). Tendo-o visto a criada, começou novamente a dizer aos que estavam presentes: Este também andava com Jesus Nazareno (Mt 26, Mc 14). Então disseram-lhe: Não és tu também dos seus discípulos (Jo 18) ?. Ele negou de novo para um deles dizendo: Ó homem, não sou (Jo 18, Lc 22), e com juramento disse: não conheço tal homem (Mt 26)".

Isto é, igualmente uma criada (ou a mesma) como na primeira negação o acusa aos outros, e as pessoas repetem a acusação, e ele nega novamente perante os acusadores incitados pela criada porteira do sumo sacerdote, só que com juramento. Por que igualmente uma criada ? Porque representa que a negação tem uma relação grande com a estrutura dos apóstatas e hereges (os judeus) da época que deveriam exaltar Nosso Senhor.

Na segunda a criada incita os outros, ela representa os que estão a serviço dos sacerdotes revolucionários, no caso da época, o sumo sacerdote. O sumo sacerdote representa a heresia, a apostasia de quem deveria receber Nosso Senhor porque é guardião da verdadeira religião (naquele tempo), a criada é guiada por este símbolo, ela representa aqueles que seguiram a ignomínia, mas não foram os propulsores literalmente. Estes seguidores conseguem incitar os outros (seguidores ou não, não fala a Escritura exatamente, acreditamos, por causa desta simbologia) a acusar a Igreja que Pedro representa, o povo está contrário à Igreja por causa dos agentes internos da Igreja. S. Pedro por sua vez, já está propenso a negar Nosso Senhor, porque se mistura em meio dos guardas e servos do pontífice, isto é, não quer se passar como defensor da Igreja.

Pode ser interpretado assim: os revolucionários dentro da Igreja tomam o poder temporal, engendram a perseguição à Igreja de modo incruento, querendo acusá-la de ser criminosa nos ensinamentos, e daí influencia o alto clero à negar e jurar não conhecer a verdadeira doutrina de Nosso Senhor, que antes já está propenso a isto. Mas como São Pedro representa também estes três Papas, podemos falar de uma negação de um Papa da época, até porque é difícil falar de uma crise no clero sem uma crise similar no ofício do Papado.

O terceiro Papa Pedro

É o chefe da Igreja também quando não são cordeiros o rebanho, do modo antes mencionado. Por isso, Nosso Senhor, após a terceira resposta diz igualmente "apascenta as minhas ovelhas". A ovelha é a a plenitude deste animal, é o amadurecimento completo dele, diferente do cordeiro. Representa um Papa depois de um longo tempo da plenitude da civilização Cristã: o Reino de Maria.

Novamente, pela harmonia dos Evangelhos, juntando as partes, podemos dizer que o evento da terceira negação foi mais ou menos assim: "Tendo-se passado o intervalo de quase de uma hora (Lc 22), os que ali [no pátio, à porta] estavam diziam de novo a Pedro: Verdadeiramente tu és um deles, porque és galileu (Mc 14), porque até o teu modo de falar te dá a conhecer (Mt 26), e outro dizia com insistência isto (Lc 22), e também um dos servos do pontífice, parente daquele a quem Pedro cortara a orelha: Não te vi eu com ele no horto (Jo 18) ? Ele começou a fazer imprecações e a jurar: Ó homem, eu não sei o que dizes (Lc 22), não conheço esse homem de quem falais (Mc 14). Imediatamente, quando ele ainda falava (Lc 22) cantou o galo (Mt 26, Jo 18) segunda vez (Mc 14). Tendo-se voltado, o Senhor olhou para Pedro (Lc 22) e ele recordou-se da palavra que Jesus lhe tinha dito: Antes que o galo cante duas vezes me negarás três vezes. E começou a chorar (Mc 14) amargamente, saindo para fora (Mt 26, Lc 22)".

São Lucas diz "Tendo-se passado o intervalo de quase de uma hora, outro dizia com insistência: Certamente que este também estava com ele, pois é galileu. Pedro respondeu: Ó homem, eu não sei o que dizes". O intervalo de tempo entre a segunda e a terceira negação significa um intervalo notável entre um Papa e outro. Não nos diz nada da duração exata, mas o Evangelista ter mencionado isto quer dizer misticamente um tempo maior que o outro intervalo (do primeiro para o segundo). Tomamos como o Reino de Maria, que durará até o tempo do anti-Cristo, e será de maior duração do que até o seu começo foi a era cristã (porque precisa atingir uma plenitude de tempo também).

O modo
de falar de São Pedro o acusou como Galileu, segundo o comentarista Cornélio a Lapide (no Evangelho de Mateus, cap.26). Significa o Papa que já tem todos os bitos da região do Salvador, simbolicamente do então instaurado Reino de Maria, e por isso é acusado pelos homens que ali aparecem. Com insistência eles dizem isto, porque é insistência a perseguição, maior do que a do segundo Papa, e por isso o Evangelista assim menciona. Então o poder bélico, o exército do anti-Cristo (um dos servos do pontífice), que estava perseguindo a Igreja nestes últimos tempos (no horto), lembrando da defesa da fé do Papa (cortar a orelha de seu parente), quer acabar (incriminar como seguidor de Cristo) com este defensor.

Esta negação de São Pedro é a mais grave das três, pois vai acompanhada não só de juramento mas de maldições. Podemos dizer, baseado nisso, que será como um anti-Cristo este Papa (se tomarmos assim) que negará no fim, senão o próprio anti-Cristo.
O galo canta duas vezes, sendo a segunda quando S. Pedro ainda negava pela terceira vez Nosso Senhor. Isto pode significar um contexto profético para a terceira negação, em que ele é anunciado pela terra, a todos os homens. O galo canta, sabemos, um novo amanhecer, ele canta um sol que aparece no horizonte depois das trevas. E nisto podemos talvez ver a vinda de Elias e Enoch para pregar contra o anti-Cristo depois dele ter tomado a Igreja com um anti-Papa.

O fato do arrependimento de S. Pedro ter se dado após o olhar de Nosso Senhor nos faz colocar a hipótese de que só depois da vinda de Jesus Cristo é que começa o choro dos que então faziam o serviço do anti-Cristo, mas diferentemente de S. Pedro, então não haverá mais perdão. Ou talvez a conversão de S. Pedro signifique a conversão do povo judeu pela pregação de Elias e Enoch neste tempo do anti-Cristo, após a morte do terceiro Papa Pedro, que seria um bom Papa e seria martirizado pelo anti-Papa (símbolo da negação).

 
-Fatos semelhantes no tempo destes três Papas


O aquecimento de São Pedro

 
Nosso Senhor profetizou que quando a abominação da desolação estiver no templo, "a caridade de muitos esfriará", Mt 24. No entanto a caridade esfriar tem a ver com o Cisma, pecado contra a caridade. E como não é mencionado que Pedro Papa se aquecia (simbolizado pelo tempo que esfriou) durante a terceira negação, embora estivesse no mesmo local de antes, talvez seja porque não é essencialmente um cisma a terceira negação. Isto parece contradizer uma possível apostasia no tempo do anti-Cristo, mas não é bem assim, visto que uma apostasia geral e tomada da Igreja já é algo maior que um cisma propriamente, a exemplo dos vários que aconteceram na história. A "abominação da desolação no lugar santo" tem sentido pleno no tempo do anti-Cristo, e não em outra crise que a Igreja passou ou passará antes, e por isso "a caridade de muitos esfriará" parece se referir o propriamente ao tempo do anti-Cristo, embora toda a ignomínia esteja consumada neste tempo, incluso a falta de caridade.

A crise no corpo m
ístico

Ora, estas interpretações de que S. Pedro simbolizaria o alto clero e o Papa perante uma crise na Igreja nos faz dividir o aspecto de uma crise na Igreja em três fases: material (perseguição temporal), espiritual (heresias dentro da Igreja, porque heresias de fora contaria como perseguição temporal), e ambas, espiritual e material. Ou melhor: uma perseguição de fora, uma de dentro, e uma de dentro e de fora.

Para esta prefigura completar a plenitude do sentido profético que o Evangelho possui todas os aspectos precisam ocorrer, mas como a crise espiritual e material não pode se dar sem antes a vinda do anti-Cristo, que é a plenitude da crise e perseguição da Igreja, ou não acontece crise até lá, ou acontece uma parcial, isto é, crise espiritual ou material. Ora, não pode acontecer que as crises isoladamente, isto é, uma material e uma espiritual,
não possam ocorrer, pois a plenitude da profecia desta prefigura não seria realizada, porque exerce maior encargo profético quem profetiza várias coisas ao mesmo tempo do que aquele que profetiza somente uma. E também há o motivo pelo qual a Igreja haveria de ter cada aspecto possível de perseguição para então ter a síntese deles, de modo que o passado reforça o preparo para o futuro.

A crise material já ocorreu na era apostólica, é certo, e também as crises materiais baseadas em heresias diversas, mas elas ainda vinham de fora, como dito. Então é preciso surgir uma crise espiritual de dentro. Esta crise necessariamente estaria simbolizada nas três negações de S. Pedro, pela prefigura numerológica, pelo simbolismo deste apóstolo, pela simbolismo da negação dele, pelo simbolismo presente no perdão desta negação, pelo conteúdo de uma das epístolas deste primeiro Papa que trata de profecias, da vinda de falsos doutores, do fim do mundo, coisas relacionadas com a prefigura deste apóstolo no Evangelho. E "necessariamente" por causa da plenitude do sentido profético que mencionamos.

O arrependimento

S. Pedro se arrepende, como prefigura, de todas as suas negações. Este é um sentido de restauração, pois o perdão restaura o vínculo com Deus. na era cristão, como falamos, três grandes restaurações: a ressurreição de Nosso Senhor, a restauração de uma crise enorme na Igreja, e o fim do mundo em que Nosso Senhor restaurará a honra de Sua Igreja. A crise enorme da Igreja não é a crise do anti-Cristo, pois desta não se restaura depois a esfera temporal, mas sim a honra, aparecendo o Filho do Homem para julgar os vivos e os mortos. Portanto é a crise espiritual que falamos anteriormente.

"Em verdade, em verdade te digo: Quando eras mais moço, cingias-te, e ias aonde desejavas; mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, outro te cingirá e te levará para onde tu não queres. Disse isto, indicando com que gênero de morte havia (Pedro) de dar glória a Deus. Depois de assim ter falado, disse-lhe: Segue-me" Jo 21.

Profetizado o martírio de São Pedro (18-19), então o Evangelista interpreta (19), e adiciona a ultima fala de Nosso Senhor. Este parágrafo possui uma conotação profética não só por significar o martírio de S. Pedro. Afinal, por que o Espírito Santo inspirou o Evangelista a escrever uma frase mais ou menos enigmática de Nosso Senhor sobre o martírio e em seguida a interpretação do Evangelista, quando Ele poderia ter inspirado a simplesmente escrever a profecia do martírio ? Parece a Escritura redundante aqui se não tomarmos em outro sentido profético. E neste sentido falamos da crise espiritual, pois a profecia de uma crise material é óbvia por estas sagradas palavras.

 
"Mais moço", isto é, quando era a Igreja primitiva, se cingia, se dominava, e "ias aonde desejavas", isto é, era recebida bem em todos os lugares que guardavam a palavra, falava de assuntos pesados, mas ainda estava cingida, dominada por si e não pelo erro interno, uma falta de domínio do próprio raciocínio ou do orgulho. "Mas, quando fores velho", quando fores uma Igreja mais antiga, "estenderás as tuas mãos", voluntariamente fará isto, "outro te cingirá", outra fé que não a sua, outra doutrina que não a sua, "e te levará para onde tu não queres", para o martírio, para uma crise temporal, porque o espiritual já não regula o temporal, este não "se cinge" pela doutrina da Igreja. Para onde "tu não queres" porque não era isto a intenção do alto clero quando então
"estenderás as tuas mãos".

Profecias particulares provando esta tese


Nossa Senhora de Fátima profetizou o martírio de um Papa, que nós interpretamos como o do Papa Santo da sexta era, o segundo Papa, visto que não morreu nenhum assim desde então (1917). Não poderia esta profecia ser interpretada como se o Papa representasse a Igreja sofrida na crise, porque a mensagem profética seria redundante, visto que nela aparece atrás do Pontífice toda a comunidade de fiéis, que já representa a Igreja, e ele vai na frente guiando ela, apascentando o rebanho.

Além de todas as outras profecias de santos e beatos que já mencionamos, convém colocar a interpretação do Beato Holzhauser, que acreditava na existência de um último Papa chamado Pedro nos tempos do anti-Cristo e que seria martirizado também, e então um anti-Papa tomaria seu lugar.
 

Cap.XIV do Apocalipse, Vers. 9-12 - "E um terceiro anjo os seguiu, dizendo em alta voz: Se alguém adorar a besta e sua imagem, e receber o sinal dela na fronte ou na mão, também este beberá do vinho da ira de Deus, lançado puro no cálice de sua ira, e será atormentado em fogo e enxofre diante dos santos anjos e na presença do Cordeiro...
E o fumo de seus tormentos se levantará pelos séculos dos séculos, sem que tenham descanso algum, de dia ou de noite, aqueles que tiverem adorado a besta e sua imagem, e o que tiver recebido a marca de seu nome. Aqui está a paciência dos santos, que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus".

Beato Holzhauser: "Este anjo será o último Papa, predecessor de Nosso Senhor Jesus Cristo em sua segunda vinda, e que também terá o nome de Pedro. Governará a Igreja nas maiores tribulações, na época do Anticristo. Clamará em alta voz contra este e seus adeptos. Condenará a heresia da vinda do falso Messias antes mesmo que o Anticristo entre na plenitude de seu poder" [1].

Notamos tão somente que o Beato acredita que só o primeiro e o último Papa se chamarão Pedro, por causa das profecias dos Papas de Malaquias. Pelo o que nós explicamos aqui, e em outros artigos sobre o Reino de Maria, não é verdadeira tal profecia para todos os Papas da Igreja, podendo ser ou não para os Papas até a vinda do Papa Santo (questão que aqui não avaliaremos).

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[1] Interprétation de l'Apocalypse" par le Vénerable Serviteur de Dieu Barthélemy Holzhauser, traduit du latin par le Chanoine de Wuilleret, Librairie de Louis Vives, Éditeur, Paris, 1856. Livro VI, Seção II, Cap. XIV e XV