Beato Holzhauser profetiza a vinda do Papa Santo, do Grande Monarca, e do Grande General, que extirparão as heresias e o islamismo

Para entender alguns conceitos aqui expostos, recomendamos a leitura: 

Santa Teresa de Jesus vê a vinda de um grande Santo Carmelita e de Apóstolos fervorosos

S.Francisco de Paula prevê a vinda de novos apóstolos que acabarão com a seita maometana e restaurarão a Igreja

Beato Francisco Palau prevê a vinda de novos e últimos apóstolos, junto com o restaurador

São Luís Maria Grignion de Montfort profetiza o Reino de Maria e os apóstolos dos últimos tempos 
 
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Interpretação do Beato Bartolomeu Holzhauser (1613-1658) ao livro do Apocalipse 14, 14-18. Comentários nossos em negrito. Os comentários são breves pois não há muito o que acrescentar, concordamos com as interpretações.


Extirpação das heresias e do Islamismo sob o Monarca poderoso e o Pontífice Santo. A nuvem, acrescentamos, é a nuvem que Elias venerou no Monte Carmelo, e que repousou em Nossa Senhora na encarnação, e na Arca da Aliança, prefigura de Maria. Mostra com que poder o Monarca será vitorioso.


Vers.14: "Depois olhei e vi uma nuvem branca e uma pessoa sentada sobre a nuvem semelhante ao Filho do homem, a qual tinha na sua cabeça uma coroa de ouro, e na sua mão uma foice aguda".

A descrição da seara e das vinhas que são o tema deste capítulo, contém um espécie de enigma difícil e obscuro, sobre o qual é descrita a futura extirpação das heresias e da seita das nações ou do império turco, extirpação que terá lugar sob o Monarca poderoso, e o Pontífice Santo. Porque Deus consolará então uma vez seu Igreja antes que venha a noite tenebrosa do reino do anti-Cristo. Eis a interpretação deste enigma: No que São João vê assentado sobre uma nuvem branca, é o Grande Monarca o qual já falamos mais de uma vez. É dito que que ele está assentado sob uma nuvem branca, porque seu reino, designado para a palavra “assentado”, será um reino santo e estável, apoiado sob a proteção de Deus todo-poderoso. Este monarca é chamado “semelhante a um Filho de Homem”, por causa de suas grandes virtudes pelas quais ele imitará o salvador Jesus Cristo. Pois ele será humilde, doce, amante da verdade e da justiça, poderoso pelas armas, pudente, sábio, e zeloso pela glória de Deus (...).

O exército do Grande Monarca, os apóstolos dos últimos tempos.


"E na sua mão uma foice aguda". Esta foice que o grande monarca terá em suas mãos, é o seu grande e forte exército, com o qual atravessará os reis das nações, as repúblicas e os lugares fortes, que ele destruirá de parte em parte (transfodiet). É dito que seu foice é aguda, porque ele não fará nenhum combate que não resulte pela vitória de suas armas, ou de grandes perdas e um grande morticínio do lado inimigo (...).

O Pastor Angélico dará o impulso para a guerra Santa.

Vers.15: "Outro anjo saiu do templo, gritando em alta voz para o que estava sentado sobre a nuvem: Lança tua foice e sega, porque é chegada a hora de segar, pois a seara da terra está seca".

Esta voz é de alguém que exorta com veemência à guerra e a seara da discórdia dos hereges e dos turcos [muçulmanos]. Este anjo que sairá do templo e gritará assim, é o grande e santo Pontífice do qual se falou, que Deus suscitará nesses dias. E este Pontífice, possuído por uma inspiração divina, exortará e engajará este monarca a empreender uma guerra santa (...).

Este Pontífice terá essa linguagem por revelação, e é por estas palavras que ele excitará os corações dos príncipes, e os engajará a se unir para empreender esta guerra. E Deus disporá os corações dos soldados, de maneira que eles aderirão ao espírito e o coração desta resolução do monarca poderoso. "Pois a seara da terra está seca", isto é, que é o momento de retirar a discórdia para jogá-la ao fogo. É uma metáfora que significa a aniquilação e a ruína das heresias e da barbárie.

Vers.16 :"Então, o que estava sentado sobre a nuvem, lançou a sua foice à terra e a terra foi segada". Todas estas palavras exprimem o sucesso obtido segundo as palavras do Santo Pontífice. E a terra foi segada, porque o grande Monarca exterminará ou submeterá ao seu poder as nações dos turcos e dos hereges, e ocupará suas terras.

O grande General do Papa Santo, a prefigura da terceira testemunha do apocalipse (João Evangelista) segundo a nossa interpretação, o sucessor de Dr.Plinio, chefe do exército (TFP), única entidade que tem todos os requisitos proféticos como argumentamos antes. O Beato Holzhauser diz que ele combaterá as heresias, e dá seus argumentamos, aos quais adicionamos o fato de que o anjo (Papa Santo) sai do altar para convocar este General, e para convocar o Monarca ele sai do templo, porque o templo está em perigo pela parte externa, isto é, as seitas, o islamismo, neo-paganismo, etc. Quando ele sai do altar o perigo reside ainda na Igreja, com as heresias dentro dela (o progressismo por exemplo), e pode se falar de coisas externas também, pois não se diz que o anjo saiu do altar e do templo, mas só do altar, podendo ter saído do templo. A concentração neste fato (saída do altar) quer mostrar que é preciso defender principalmente o altar, isto é, de pessoas o combatem de dentro do templo.

O fato do General e do Monarca terem a mesma foice não diz só do poder que eles tem e da missão deles, mas de uma semelhança, que podendo ter vários sentidos, um deles podemos incluir eles pertencerem ao mesmo grupo de apóstolos (TFP).

Alguns podem argumentar que é o Papa Santo que os engendra à guerra, então o primeiro à aparecer seria ele, e haveria em seguida esta guerra. No entanto, isto não é necessariamente assim. O Monarca quando é mencionado já é descrito com a foice (TFP na interpretação) e assentado na nuvem com a coroa, como se já fosse rei de alguma maneira, seja por sagração do próprio Papa Santo, ou também pela sua posição nobre, ou os dois. O General já aparece com a foice também.

Então a convocação tem um sentido de confirmação, ou um sentido de ato final. De fato, os cachos de uva que o General tira fora vem seguidos nos versículos seguintes da descrição de um grande morticínio. Isto é, a Escritura quer deixar claro que a foice vindima os cachos de uva não no sentido incruento. Mas por que ela deixa claro assim ? Porque poderia ser diferente.

Outro fato corrobora, e é que depois do sétimo anjo tocar a trombeta em Ap. 11, 15, começam os sinais, vozes e visões até o sinal dos sete anjos que tinham as sete últimas pragas em Ap. 15, 1. Se dividirmos as partes em que São João diz explicitamente que viu, denotando uma mudança de visão, encontramos sete: no capítulo 12, 3. No capítulo 13, versículos 1 e 11. No capitulo 14, versículos 1, 6, 14. E no capítulo 15, o versículo 1 que fala do grande sinal, que eram os sete anjos. Pode-se argumentar que a primeira visão não é de São João, pois é dito "foi visto", mas é ao contrário, pois denota que foi visto, ou seja, mais de uma pessoa viu, e se inclui São João Evangelista, pois caso contrário ele não relataria a visão, e toda o Apocalipse faz parte de uma visão só, não há a possibilidade dessa parte ter sido contado à São João. Outra objeção sustentaria que depois da sétima visão, ainda é vista mais duas, nos versículos 2 e 5, anulando as únicas setes visões. Se responde assim: o sétimo foi a visão de um sinal (signum) segundo a Escritura, assim como o sinal do capítulo 12, 3, e por isso ela indica nesse contexto o encerramento de um ciclo. É claro, há um sinal em Ap. 12, 1, relacionado normalmente com a Igreja e com Nossa Senhora, mas este está lá para confirmar o mistério do três (numerologia), das três testemunhas, e das três eras, a era pré-cristã, a era com Cristo, e a era cristã. Também porque a Igreja e Nossa Senhora precede estes mistérios, e por isto a primeira visão fala dela e das primeiras coisas, desde a queda dos anjos até a encarnação. É interessante notar que nas visões todas elas acabam os sete primeiros versículos com menção a uma voz do céu ou com a visão seguinte. A quarta é a única que acaba com cinco versículos, mas isto também é notável, porque acaba no seu sucessor. A segunda acaba com sete e com uma voz se tomarmos que é mencionada a visão novamente em Ap. 13, 2 (cremos que por causa disso mesmo) o que termina com o versículo oito, sendo o nono uma alusão à voz, "se alguém tem ouvidos, ouça". A terceira acaba com uma exortação sobre o número da besta, que interpretamos como a mesma voz conselheira.

Então esta visão que o Beato interpreta é a sexta segundo a nossa contagem anterior, indicando que estes atos se concluem na sexta era. Já na quinta visão, se vê igualmente três anjos, o que significa exatamente esses três personagens e também suas prefiguras na era cristã: São Vicente Ferrer, que atribuiu essas mesmas palavras da Escritura (Ap. 14, 6-7) a si mesmo, Santo Inácio com a Contra-reforma, e por isso se fala na babilônia que tinha seduzido as nações e caiu, porque o novo mundo era catequizado pela Companhia de Jesus a medida que o velho mundo com a revolução protestante sofria com ela. Era também Santo Inácio porque o próprio Holzhauser o coloca como tendo um papel profético nas suas interpretações, e S.Francisco de Paula fala de um fundador de família nobre que é pecador na juventude, que podemos atribuir como prefigura a Santo Inácio. O terceiro anjo é Pio IX com seu pontificado santo, já que foram profetizadas a ele por São João Bosco e a Beata Taigi coisas que na verdade só se cumprirão com o Papa Santo. Foi assim porque ele era a prefigura do Pastor Angélico. O terceiro anjo parece excomungar todos que apoiam a besta inimiga de Cristo, coisa que fez Pio IX em luta contra os revolucionários da época.

Ora, se o último excomunga, ele é Bispo, e então o Pastor Angélico. O segundo diz: "caiu a babilônia", o que parece ter mais sentido com o Monarca coroado, porque ele foi instituído Rei no lugar do reinado da babilônia. O primeiro, tanto por sobrar como opção, tanto por estar voando no meio do céu, refletindo a ação no versículo 17, é o grande General do exército. Aliás, é possível que ele só consiga plenamente "pregar aos habitantes da terra" através deste exército, isto é, pelos apóstolos dos últimos tempos.

Em conclusão, não necessariamente o Papa Santo vem antes dos outros dois. Aliás, esta análise indica o contrário, pois São Vicente Ferrer veio primeiro, como o anjo símbolo dele, e os outros dois o seguiram indica a Escritura, mostrando uma relação temporal aqui. Estes personagens aparecem na quinta era em prefigura e também originalmente (embora eles próprios sejam as prefiguras das três testemunhas do Apocalipse, Elias, Enoch e São João Evangelista), mas tem suas missões de acabar com a heresia e com neo-paganismo confirmadas na sexta.

E por que o General sai dos estados pontifícios segundo o Beato, dado que estes já foram tomados pela revolução ? Poderia significar do Vaticano, única região pontifícia que teria um significado próximo, onde ele residiria com o Papa Santo, ou da região destes estados, onde ele estaria na época da convocação. É interessante notar que este templo que há no céu tem similaridade com a qualidade de sucessor de Dr.Plinio que este General possui. Ele sairia deste céu como se fosse o próprio Dr.Plinio. Céu também poderia ter um sentido diferente de tudo isto, se tomarmos ele como "lugar onde habita os justos" este General estaria próximos à alguns justos, porque para habitar com os justos, pelo menos na terra, não é preciso não habitar com injustos, senão o sentido de "céu" seria somente aplicável ao céu com Jesus, Maria e os anjos. Esta interpretação nos indica que ele estará próximo de outros tradicionalistas (condição necessária para ser justo no sentido profético anti-progressismo). Mas seria este céu a TFP, aqui significada no conjunto dos membros, maus e bons, desta entidade ? Para responder isto precisamos interpretar o Ap. 14, 6-12.

O General "voa" no céu. Isto só pode ser interpretado corretamente, caso contrário seria uma redundância da Escritura, se tomarmos o símbolo de "céu" como um lugar onde nem todos "voam". Voar aqui significa se destacar, e por isso é feito "pelo meio do céu". Portanto, se este "céu" é a TFP ou um grupo de seguidores de Dr.Plinio (condição para ser apóstolo dos últimos tempos), de qualquer maneira o grande General nele se destacará. Alguém objetaria que este lugar simbolizado pelo "céu" parece se contradizer com "saiu do templo que há no céu", já que templo é a Igreja nesta interpretação. A resposta: este templo é a Igreja fiel dentro deste "céu", não como se fosse o "céu" maior que a Igreja, mas o templo que existe lá são os verdadeiros fiéis da Igreja neste local, os verdadeiros apóstolos proféticos dentre outros que não o são.


Vers.17: "Outro anjo saiu do templo que há no céu, tendo também ele mesmo uma aguda foice". Esta foice é uma outra arma que os estados da Igreja e seus aliados, íntima e fortemente unidos, reunirão e enviarão em ajuda do grande Monarca. É porque se diz, que esse outro anjo saiu do templo, isto é, dos estados da Igreja do qual é templo é o símbolo, que está no céu, isto é, na Igreja Militante que esta palavra “céu” significa e representa. Então ele diz: “Outro anjo saiu do templo”, será o grande General na chefia que este Santo Pontífice que se falou, constituirá ou designará, para comandar este forte exército que se concentrará em arruinar e a desmantelar o poder dos turcos e dos hereges.

Beato Holzhauser profetiza a invasão islâmica na Europa, hoje culturalmente evidente.


Vers.18: "Saiu do altar outro anjo, que tinha poder sobre o fogo, e gritou em alta voz para o que tinha a foice aguda, dizendo: Lança tua foice aguda, vindima os cachos da vinha da terra, porque as suas uvas estão maduras".

Fala ainda aqui de uma outra voz exortando com um zelo ardente à agir e à combater com força, para ganhar a vitória sobre o inimigos da Igreja que a tiveram tanto oprimido. Porque a besta, que é o império turco, deverá ocupar antes a Itália, e se estenderá consideravelmente por toda ela. Ela estará tão perto da cristandade, que esta, reduzida à última necessidade, tentará assim os extremos, e obterá um sucesso tremendo. Ela destituirá a sede ou o reino da besta, isto é, do império turco, e legará ao inferno a perfídia dos hereges. Por isso São João designa duas espécies de inimigos, que ele distingue pelas palavras “seara” e “vinha”. A primeira palavra significa as nações turcas, e a segunda designa os hereges. Porque pelos feixes de palha, se entende as nações bárbaras, e pelos cachos de uva silvestre se entende os hereges que se vangloriam de serem cristãos. É desses últimos que ele falou por alegoria no evangelho, Jo. XV, 1-7: "Eu sou a verdadeira vide, e meu Pai é o agricultor. Toda a vara que não dá fruto em mim, ele a cortará; e toda a que der fruto, podá-la-á, para que dê mais abundante fruto. Vós já estais puros em virtude da palavra que vos anunciei. Permanecei em mim e eu em vós. Como a vaara não de si mesma dar fruto, se não permanecer na videira, assim também vós, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas. O que permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto, porque, sem mim, nada podeis fazer. Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora como a vara: secará, enfeixá-lo-ão, lançá-lo-ão no fogo, e arderá".

Estas palavras da seara e da vinha as quais ele falou no Apocalipse são uma grande e difícil metáfora. Porque Deus deu sempre grandes reinos às nações da terra, enquanto ele encerrava seu povo escolhido nos limites perto, apertados e em desvantagem, como uma terra cercado por um sebe de espinhos. E é em tal estado que encontra agora a Igreja que é a vinha de Deus dos exércitos. Assim então, por “seara” ou invés pelos feixes de palha secos, ou pela discórdia, se entende as nações da terra, e pelas uvas que crescem como as silvestres dessa vinha, a qual é a Igreja de Cristo, são designados ao pé da letra os hereges. Porque Jesus Cristo é a vinha, e na sua vinha, que é a Igreja, cresceu dois tipos de uvas, as boas uvas, isto é, os verdadeiros cristãos; e as silvestres, isto é, os hereges de outro modo representados pelas ramificações de seitas.

Vers.19: "O anjo lançou sua foice aguda à terra, vindimou a vinha da terra, porque as suas uvas estão maduras". Essas palavras insistem de novo sobre a prosperidade da Igreja, e sobre a certeza e evidência da terminologia que usa São João, que estas coisas chegarão no seu tempo, para a consolação da Santa Igreja Romana. Porque o Senhor falou, e Ele executará todas as suas palavras. “E lançou-a no grande lagar da ira de Deus”. Este grande lagar da cólera de Deus, é a pressão ou o tanque sob o qual a justiça divina exercerá suas vinganças sob os hereges e sob as nações bárbaras. É nesse grande lagar que o Senhor jogou sempre seja uns, seja outros, para a consolação do povo de Israel e da Igreja de Cristo, de temor que as nações digam: onde está então o seu Deus, etc ? Ele falou na Escritura desta cólera ou desta vingança de Deus, Sl. 77, 65: "O Senhor despertou como quem dorme, como um valente embriagado de vinho. Feriu os inimigos nas partes posteriores; cobriu-os duma eterna ignomínia". Este lagar será a exterminação e a ruína das nações bárbaras e dos hereges; e é o Monarca poderoso que, pela permissão e pela cooperação da justiça, da vingança e da cólera do todo-poderoso, os fará precipitar. Porque Deus é a causa principal, e os homens são como os instrumentos de seu braço todo-poderoso.

Vers.20: "O lagar foi pisado fora da cidade, e do lagar saiu sangue (que subiu) até aos freios dos cavalos, num espaço de mil e seiscentos estádios". Estas palavras significam um enorme banho de sangue, que Deus, na sua cólera e indignação, fará sofrer seus inimigos pelas armas cristãs. “E o lagar foi pisado fora da cidade”. Isto é, que Deus fará pesar os efeitos de sua cólera sob as nações, fora a cidade santa, e da Palestina, que foi reservada às nações, até que venha o filho da perdição. “E do lagar saiu sangue (que subiu) até os freios dos cavalos”. É então uma hipérbole que representa a imensa carnificina que os cristãos farão vir aos inimigos [1].

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Fontes:
[1] "Interprétation de l'Apocalypse" par le Vénerable Serviteur de Dieu Barthélemy Holzhauser, traduit du latin par le Chanoine de Wuilleret, Librairie de Louis Vives, Éditeur, Paris, 1856. Livro VI, Sec.II, Cap.XIV, pg.149-158. Tradução nossa.