Syllabus Gustavo Corção: maurrasiano até o fim, esquerdismo maritainista, e seus discípulos na "Permanência"


Com a graça da Virgem Santíssima esperamos que aqueles que possuem apreço sentimental por Gustavo Corção, vejam este artigo com isenção de ânimo, avaliando as fontes aqui dispostas para cada tópico salientado. De fato, é na Tradição da Igreja Católica que se encontra a verdade sobre qualquer assunto. Esta lista (Syllabus) fazemos sem nenhuma intenção além do limite do estado laical. Outras compilações:

Lista (Syllabus) de pontos do pensamento de Gustavo Corção. Outras compilações:

Clique aqui para ver mais syllabus contra várias falsa-direitas


- Esquerdista quase a vida inteira, inclusive acusando os então bispos católicos Dom Mayer, Dom Sigaud e o leigo Dr. Plinio de terem escrito uma obra "odiosa" sobre a reforma agrária, então ponta de lança da esquerda brasileira

"Discordo total e globalmente da obra precisamente para dizer que a repilo como um todo, e não que impugne esta ou aquela de suas proposições (...). Não se trata, a meu ver, de obra com tais ou quais lacunas, com estes ou aqueles erros acidentais, e sim de uma obra maciçamente errônea, falsa no todo, no espírito que a anima, na mentalidade que traduz e com que se arrumaram diversas afirmações, algumas verdadeiras, algumas santas, num conjunto que se me afigura monstruoso" ("Reforma Agrária: Questão de Consciência", "O Estado de São Paulo", 22-1-1961).

Isso dizia o escritor acerca do livro assinado pelos então Bispos tradicionalistas D. Antônio de Castro Mayer, D. Geraldo de Proença Sigaud, Dr. Plinio Corrêa de Oliveira, e o economista Luiz Mendonça. Para mencionar algumas de suas discordâncias insensatas movidas pelo esquerdismo citamos a resposta de Dr. Plinio à série de artigos de Gustavo Corção:

"
Um dos artigos em apreço nos atribui a idéia de que uma família que não seja abastada é um simulacro, pior ainda, uma caricatura de família (...)  se considerássemos uma caricatura toda família sem bens, deveríamos considerar caricatural a Sagrada Família de Nazaré, pensamento que só se pode atribuir a autores que se dizem católicos, e máxime a dois Bispos, se são loucos de internar em sanatório" [1]. 

O predomínio esquerdista durante a vida de Corção é confirmado por uma pessoa insuspeita, já que era notório desafeto da TFP. Trata-se de O. Fedeli, que em resposta a uma carta de 2003, escreveu:

"
Durante muito tempo Corção foi um católico liberal, de "esquerda". Lembro-me de artigos dele louvando a CNBB e a Reforma Agrária que ela propagava pela boca do vermelho Dom Helder. Lembro-me ainda de um artigo de Corção, publicado no O Estado de São Paulo, intitulado Pernas, que me escandalizou muito, porque era bem pouco correto" [2].



 

- Amor por Jacques Maritain ("esquerda católica") quase a vida toda

O site dedicado à obra de Corção deixa claro: "Mas gostaria de sublinhar o fato que o pensamento político de Gustavo Corção, muito influenciado pela obra do filósofo francês Jacques Maritain, até os anos 60, foi corrigido em seu último livro, pelas retratações feitas pelo autor na Introdução" [3]. 

Inclusive Corção chega a fazer uma apresentação do livro "Reflexões sobre os EUA" de J. Maritain, em 1959, pela Editora Fundo de Cultura. Mas é estranho a bibliografia comentada do escritor dizer que "Corção mantém neste livro suas posições herdadas de Maritain", quando o próprio diz do livro: "Na época em que escrevi Dois Amores — Duas Cidades não tive clara consciência de estar escrevendo um livro oposto ao Humanismo Integral de Maritain" (O Globo, 17/01/76). 

Porém, isso é pouco confuso comparado ao conjunto mostrado aqui.

No sua última obra, Corção critica, por fim, Jacques Maritain e seu rompimento com o movimento Action Française (AF): 

"Voltando às Grandes Amitiés, podemos ler explicações recentes (1940 ou 41) do próprio Jacques, transcritas por Raissa: "O ateísmo profundo de Maurras, o culto da violência e... os processos cada dia mais odiosos de polémica... — eu fechava os olhos...na esperança ingênua da próxima conversão de Maurras... Eu me acusarei sempre, como de uma imperdoável leviandade o fato de ter dado crédito durante algum tempo... a um movimento cujos sofismas políticos têm base no desprezo do Evangelho".
 
Durante algum tempo? Quinze anos! O maior filósofo tomista 
do século levou quinze anos a descobrir (e ainda ao cabo desse tempo precisou de todo o majestoso aparelho do Magistério Extraordinário) que vivia num grêmio onde as ideias e programas tinham alicerce no desprezo do Evangelho!" (O Século do nada, 1973, Pg. 226).

Ora, mas Corção não demorou setenta e sete anos para se libertar do seu progressismo esquerdizante (1896-1973)? 

Não reclamou, em 1961, de um livro com a posição católica tradicional sobre a reforma agrária? 

Apesar disso, seus discípulos dizem que ele foi o maior escritor do século: talvez tenha sido como Maritain. Essa inconstância contrasta com Plinio Corrêa de Oliveira, que desde a década de 40, pelo menos, dirigia o jornal "O Legionário" que criticava o filósofo francês e a AF.







- Apoio ao Concílio Vaticano II no tempo do livro "Dois amores, Duas cidades" (1967) e da fundação da "Permanência"

Fundada em Setembro de 1968 por Gustavo Corção, a associação "Permanência" para muitos foi o começo da luta contra o progressismo no Brasil. Mas foi assim mesmo? 

O último livro do escritor, lançado um ano antes, apontava o Concílio como grande opositor do progressismo, um grande triunfo da Igreja, embora realizado em momento inoportuno Grifos nossos:

"Neste ponto de minhas reflexões, pareceu-me que o velho coração se queixava do Concílio que, embora não deixando nas constituições e decretos sombra de sombra do que esperavam os desejosos de outro cristianismo e outra Igreja, deixou prevalecer uma atmosfera de agitação, e deu azo a que todos os desvairados saíssem gritando que tudo estava mudado. Pareceu-me que, humanamente falando, e até onde pode avançar nosso juízo, houvera imprudência, precipitação e inoportunidade na convocação de um Concílio em tão agitado, em tão tempestuoso ambiente (...).

Encerra-se o Concílio, e agora temos na mãos as constituições e decretos, tranquilos, clássicos, serenos, com os quais a Igreja responde ao desafio da História. E o sentido dessa resposta não pode ser outro: como num jogo fantástico, e com sobrenatural esportividade, a Igreja ofereceu o handicap de todas as oportunidades ao mundo, e demonstrou cabalmente que o teilhardismo, o progressismo, o naturalismo, e as demais aspirações rebeldes foram ignoradas ou foram defecadas pelo Concílio. Não creio, sinceramente, que o principal desse Concílio foi a renovação que trouxe, e que a Igreja sempre procura de tempos em tempos; creio antes que a magnífica, a principal mensagem do Concílio foi a da continuidade, da afirmação da identidade da Igreja consigo mesma, ou da maior consciência dessa identidade que resiste a todos os solavancos do século” 
(Dois amores, Duas cidades, 1967, Pg.390-391. Grifos nossos).








- Apoiou a seita Maurrasiana até o fim

C. Maurras

Charles Maurras, principal líder da AF, tinha as seguintes características: agnosticismo, racismo, relativismo ("tudo é relativo" dizia), maquiavelismo, amava a "deusa França", injuriava os alemães, judeus e principalmente os "judeus obscuros" que escreveram os quatro Evangelhos Sagrados (que judeus, eram só racialmente). 

Dentro da AF, até socialistas eram considerados "contra-revolucionários". 

Maiores detalhes sobre os erros ideológicos do movimento e sua condenação podem ser vistos em outro syllabus (clique aqui).

Gustavo Corção gastou muitas páginas para elogiar e tentar salvar a reputação de Maurras no seu último livro (O século do nada, 1973).

"Na Action Française, Maritain ingressou desajeitadamente, e saiu desajeitadamente. Não soube ver a grandeza de Maurras (...). O mínimo que se pode dizer, e o máximo que se pode lamentar é que dois génios de tal quilate não se tenham efetivamente encontrado para maior lucro da França, do mundo e da Igreja" (Pg. 240). "L'Action Française foi o jornal mais bem feito do mundo. E aqui já podemos imaginar com que vigor atacava, e com que precisão feria" (Pg.227).

Apresentando o decreto de levantamento da proibição da circulação do jornal da AF em 1939, o maurrasiano fazia uma leitura esotérica:

"E aí está o decreto que, não exigindo retratações e não mencionando 
erros doutrinais ou erróneas e perversas filosofias políticas, é por isso mesmo mais expressivo e significativo do reconhecimento, pela Igreja, de uma medida disciplinar infeliz" (Pg.193).

Ora, não mencionou erros pois já haviam sido condenados, e a proibição ainda era válida para as edições antigas, segundo o próprio decreto que ele coloca no livro. Elas foram levantadas por causa das retratações. Depois Corção ainda diz que "a A.F. já estava nas boas graças de Pio XII desde 1939" (pg. 235), apesar da condenação ainda manter proibidos os antigos exemplares e os livros de Maurras.

Após esta pérola, o autor duvida, baseado em depoimentos de alguns prelados, do assessor do Santo Ofício que mostra que S. Pio X só não condenou a AF por causa da guerra:

"Com todos os dados que o desenrolar dos acontecimentos nos proporciona hoje, e principalmente com a evolução da atitude de Pio XI e os termos que prepararam e que formaram o decreto que ao cabo de doze anos levantou o interdicto, podemos tranquilamente dizer que o assessor da Sagrada Congregação do Santo Ofício, em dezembro de 1926, demonstrou um desembaraço excessivo em colar, à condenação que o Papa Pio XI já estava decidido a decretar, e que por si mesma bastava para o fim visado, um decreto e uma condenação que Pio X "talvez" (?) assinasse, se sobrevivesse, mas realmente não assinou, e deixou dito a várias pessoas da mais alta categoria que jamais assinaria" (Pg.200).

O que é mais plausível: que o santo tenha hesitado em condenar um movimento que colocava socialistas e delírios ideológicos como fontes, além de seu principal líder ter sido um blasfemador e adepto do relativismo, ou que só não tenha condenado oficialmente por causa de problemas políticos de seu tempo?



 


- Pensador inconstante: mudou de opinião sobre o Concílio Vaticano II entre 68 e 73 (tempo entre o penúltimo e o último livro)

Enquanto Dr. Plinio Corrêa de Oliveira avisava do desastre do Concílio antes de seu começo, assim como o lamentou depois (clique aqui para ver), ao escritor maurrasiano tal percepção tardou a chegar: 

"A avalancha de perversidade e de estupidez se avoluma e se precipita sobre os restos de uma civilização vacilante, sob disfarces e com apelidos de "progresso" e "frutos maravilhosos" do Concílio Vaticano II, que se quis a si mesmo mais "pastoral" do que definidor, dogmático e condenador de erros, começando por emprestar ao termo "pastoral" um significado de tolerância que destoa não apenas da tradição mas de qualquer ideia de reger, conduzir e governar. Se o Concílio tivesse sido realmente tão pastoral como euforicamente prometiam seus padres, teria reservado espaçoso lugar para a denúncia dos mercenários e para os gritos de alarme contra os lobos. Ao contrário disto, tivemos um Concílio otimista, e os resultados não tardaram" (O século do nada, 1973, Introdução).







- Tendo em vista esse passado, qual o valor literário de Gustavo Corção?

Baseado nas características acima citadas, como poderíamos recomendar sua literatura sendo que ele só "se libertou do progressismo católico" no seu último livro, mas neste defendeu a seita maurrasiana? 

Não é a literatura em essência uma mensagem sobre uma cosmo-visão do universo, sobre um ponto de moral, de ética? Ou é mero divertimento, e qualquer divertimento é lícito? 

Além disso, o primeiro livro, e muitas vezes considerado o melhor do escritor, fala de sua conversão, mas se ele não se converteu realmente então, como mostrado, quem pode dizer que o tema é bem-tratado? 

E sua faceta filosófica, tendo os erros Maritainistas, pode ser recomendada? 

Já temos uma obra-prima sobre uma conversão: a conversão de um pecador em santo, as "Confissões de Santo Agostinho", e muitas outras obras de literatura e metafísica existem com verdadeiro espírito católico.









- Discípulos na Permanência (..em desunião): Dom Lourenço Fleichman e Dom Tomás de Aquino (Mosteiro da Santa Cruz)

Passados dez anos da morte de Corção, alguns dos seus herdeiros intelectuais resolveram juntar-se ao Lefebvrianos, cremos, mais por afinidade com o maurrasianismo daqueles do que outra coisa. Alguns fizeram-se beneditinos, por isso "Dom" no nome, dos quais citamos dois acima no título do tópico.

Já falamos em outro artigo sobre a questão do padre sem jurisdição (ou lefebvrista) que promove anarquia na Igreja (clique aqui). Dessa anarquia podemos ver os frutos com a separação de D. Williamson da FSSPX e a criação de uma nova associação, a exemplo do cisma russo, que em pouco tempo criou sub-cismas e cismas de cismas. Aliás, disso mais pode-se esperar, pois o princípio no qual eles se baseiam para justificar a posição possibilita separações intermináveis. Afinal, mal aplicado, "a salvação das almas é a lei suprema" faz com que, achando que salva-se mais almas de uma maneira, alguém já tenha motivo para a quebra de hierarquia com superior que discorda.

Algo curioso em seus discípulos é que o Pe. Lourenço editou um livro sobre o pensamento de Dom Antônio de Castro Mayer, o mesmo que no começo Gustavo Corção acusara de contrariar a Doutrina Católica em 1961, como vimos. 

Sabe ele que esse bispo foi sagrado sob o pontificado de Pio XII por causa de seu apoio ao livro-denúncia de Dr. Plinio na década de 40, assim como Dom Sigaud? Sabe que boa parte da fama de Dom Mayer vem da propaganda de seus escritos pela então TFP por todo o Brasil?

E será que o "Permanência" segue o antigo Corção ou o último Corção? 

Por que propagam ainda a obra do Corção "esquerda" católica, do Corção amante do Concílio? 

As pessoas que admiram um autor de uma colcha de retalhos já pensaram se alguma vez S. Tomás de Aquino fez dos seus escritos uma colcha de retalhos? Ou qualquer outro santo? 

Pelo menos nos trabalhos de Dr. Plinio Corrêa de Oliveira a firmeza doutrinal é uma constante desde a época do "Legionário" nos anos 30 até o fim de sua vida.

Fato é que continuam a apoiar a seita maurrasiana, como escreve Dom Lourenço, após enumerar os vários intelectuais que os inspiram (grifos nossos): "E muitos pensadores que não tinham a fé mas defenderam a Igreja e servem para nós como exemplo de desprendimento e de honestidade intelectual: Nelson Rodrigues e Charles Maurras entre outros. Ah! claro, todos eles cometeram seus erros também, eram humanos como nós. Mas qual de nós não os comete? Se alguém pois, nunca pecou, que tome a primeira pedra! E se é certo que há partes de suas obras que não podemos seguir, também é verdade que eles têm muito a nos ensinar e fortalecer" [4].

Talvez não esteja Dr. Plinio em sua lista por não ter errado grotescamente como alguns dos citados. E errar não é pecar necessariamente, embora o pecado seja sempre um erro.

ATUALIZAÇÃO (25 de Abril de 2015): Em Março deste ano D. Williamson separou-se definitivamente da FSSPX, junto com o Mosteiro da Santa Cruz, e assim os padres Tomás e Lourenço não trabalham mais juntos [5]. Isso se deu por ocasião da sagração do Pe. Faure pelo bispo acima referido. Nosso artigo acima, escrito no dia 27 de Dezembro de 2014, salientou que "mais divisões se poderia esperar" não por revelação, mas por algo que decorre da essência do cisma.








- Permanência critica sagração episcopal de membro rompido com a FSSPX (e com Roma, uma vez que foi excomungado pelo bispo diocesano local, nomeado pelo Papa [6]), mas evita falar em cisma
 

"Não poderia deixar de escrever algumas linhas que expressem a tristeza e a preocupação que tal atitude provoca nas almas. Não dizemos que estejam fazendo cisma, ou um ato cismático, como o Vaticano afirmou na época da sagração de 1988. Uma sagração episcopal pode ser uma necessidade para o bem da Igreja, como coube a Dom Lefebvre fazer, com toda prudência e propriedade (...).

Nossos leitores sabem muito bem que jamais consideramos como sendo uma possibilidade fazermos algum tipo de acordo ou reconhecimento com o Vaticano, enquanto perdurar em Roma o espírito do Concílio, essa Outra igreja protestantizada. Mas afirmar que a Fraternidade S. Pio X pactua com essa Roma modernista é falso, injusto, e descabido" [7]. 

A razão de um lefebvrista não querer falar de cisma quando outro lefebvrista bispo rompe com ele é simples: 

Se ninguém podia julgar D. Lefebvre quando este cismou, quem poderá julgar quem cisma com a mesma doutrina lefebvrista?

Na comunhão com Roma, é fácil entender quem julga, pois na Monarquia Papal, o Pontífice Romano julga, legisla e administra, funções dos poderes hoje conhecidos como judiciário, legislativo e executivo.


Pela mesma razão, a FSSPX também não mencionou a palavra "cisma" [8].





> CONCLUSÃO

Esta lista de problemas de Gustavo Corção e da Permanência que contrastam com artigos que iluminam a doutrina Católica Tradicional deve ser suficiente para que algum católico admirador seu veja que é a Tradição da Santa Igreja o caminho a ser seguido.

Rezemos para que estes se curvem diante de Nossa Senhora Co-Redentora, e façam assim que tantos outros se curvem também, entre os quais estaremos nós, em ação de graças por isso e pedindo perdão pelos nossos pecados.




Veja também: Cardeal Burke diz que a FSSPX é cismática, que não é legítimo ir a missa ou receber sacramentos lá, e critica supostas concessões Papais

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Todos os links foram consultados no dia 30 de agosto de 2020.
[1] "Reforma Agrária - Questão de Consciência, livro que o Sr.Corção não leu", Catolicismo Nº 125 - Maio de 1961. http://www.pliniocorreadeoliveira.info/1961_125_CAT_RA-QC_livro_que_o_Sr_Cor%C3%A7%C3%A3o_N%C3%83O_LEU.htm Também em Catolicismo Nº 124 - Abril de 1961 - "Reforma Agrária - Questão de Consciência" - Livro odioso como a invasão da Hungria? Link: https://www.pliniocorreadeoliveira.info/1961_124_CAT_RA-QC_livro_odioso_como_a_invasao_da_hungria.htm
[2] http://www.montfort.org.br/old/perguntas/leonel_franca.html
[3] Bibliografia comentada. http://permanencia.org.br/drupal/node/42
[4] Sobre a espiritualidade dos movimentos católicos, Dom Lourenço Fleichman OSB. Grifos nossos. http://permanencia.org.br/drupal/node/1005
[5] "Dois dos padres tradicionais saídos da Permanência foram ordenados por Mons. Lefebvre (Dom Tomás de Aquino e eu mesmo)". "A Fraternidade São Pio X e os Esotéricos". Consultado no dia 30 de agosto de 2020. Link: https://permanencia.org.br/drupal/node/1912 
[6] "Tal ato ilegítimo leva a uma rejeição prática do Primado do Romano Pontífice, constituindo mesmo um ato cismático, com pena de excomunhão automática prevista pelo Código de Direito Canônico, tanto quanto ao Bispo Ordenante Richard Williamson como a quem será ordenado Bispo. 

Ora, não se pode permanecer fiel rompendo o vinculo eclesial com aquele a quem o próprio Cristo, na pessoa do Apóstolo Pedro, confiou o ministério da unidade na sua Igreja" .Dom Edney Gouvêa Mattoso. Bispo Diocesano de Nova Friburgo. 

Link: https://www.cnbb.org.br/diocese-de-nova-friburgo-emite-nota-sobre-celebracao-de-ilegitima-ordenacao-episcopal/
[7] "Sobre a Sagração Episcopal". Grifos nossos. Link: https://permanencia.org.br/drupal/node/5167
[8] Link: https://www.fsspx.com.br/comunicado-da-casa-geral-da-fraternidade-sacerdotal-sao-pio-x-sobre-a-sagracao-episcopal-do-rev-pe-faure/