Beata Maria de Jesus Crucificado profetiza uma apostasia nunca antes vista

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Beata Maria de Jesus Crucificado, nascida Mariam Baouardy (1846-1878), carmelita greco-católica melquita de Pau, França e de Belém, na Terra Santa. As citações vem do livro de seu diretor espiritual e geral da sua Ordem, o Pe. Pierre Estrate (1840-1910), da Congregação do Sagrado Coração de Bétharram.

Uma apostasia na Igreja nunca antes vista, Nosso Senhor em cólera por causa dos sacerdotes

“Pequenos cordeiros, permanecei fiéis. A Santa Virgem diz que os tempos vão mudar, vós vereis coisas que nunca vistes antes, religiosas abandonarão seu convento, sacerdotes apostatarão” [1]. 

No retiro anual antes do Natal de 1872:

“Jesus se mostrou e eu vi o resplendor de sua majestade. Impossível descrever a alegria de minha alma: era o Paraíso na terra. Veio-me o pensamento de lhe pedir muitas coisas. Mas, antes de tudo, eu O teria acariciado, eu lhe teria dito toda espécie de coisas saídas de meu coração para tocá-lo; eu agi como a criança que quando quer obter qualquer coisas de seu pai, começa lhe fazendo mil carícias.

Eu lhe roguei pelas almas do purgatório: então Jesus ficou mais brilhante e eu vi sair de suas mãos raios de luz, graças que desciam sobre essas pobres almas. Pareceu-me que Jesus tinha grande necessidade de distribuí-las e que Ele as dava com muita pressa e abundância. Logo a seguir eu rezei pelos pecadores, e Jesus fazia a mesma coisa pelas almas do Purgatório. Que alegria ver esse amor, essa misericórdia do Senhor!

Mas, quando eu quis rezar a Ele pelos sacerdotes, pelos religiosos e pelas religiosas, os raios que desciam de suas mãos voltaram a subir e tudo desapareceu. Meu coração ficou numa tristeza, numa angustia terrível, pois eu pertenço ao número das religiosas. Então eu soltei suspiros, explodi em soluços. Cada vez que penso no que eu vi, não posso parar de chorar. Quanto nós somos culpados, como nós deveríamos ser a consolação de Jesus!” [2]. 

A vocação de religiosos caí, a fé é debilitada por toda parte. Lembra a queda nas vocações após o Concílio Vaticano II

A 18 de outubro de 1875, no Carmelo de Belém, na Terra Santa:

“Eu vejo muitas religiosas, professas há vinte anos, que saem de seus conventos... O inimigo tem muito poder na hora presente. Todas aquelas que têm as raízes podres, cairão. É o momento, é a justiça de Deus!

Não acrediteis que uma árvore cai de vez, nem religiosos nem religiosas caem de vez sem que tenha havido há muito tempo alguma coisa estragada. Isso se estraga pela raiz. (...)

Eu quereria ter uma língua perpassada pelo fogo para dizer tudo o que eu vi... Chegou o momento em que as árvores vão cair. Há algumas que têm as folhas amarelas mas a raiz está boa.

Há outras, sacerdotes, religiosas, que parecem boas e cairão, pois a raiz está ruim. Há homens do mundo que parecem ruins; eles o são mas têm um fundo bom, e ocuparão o lugar dos outros...” [3]

Numa carta ao Pe. Lazare, carmelita, que foi seu confessor em Mangalore, escrita no Carmelo do Sagrado Coração de Pau em 7 de janeiro de 1873, ela avisou:

“Pois bem, meu padre, agora a fé está debilitada, a religião e até as comunidades mais santas estão debilitadas; a fé está debilitada, tenhamos nós a fé de nossos pais, que se debilita por toda parte” [4]

”Agora o inimigo reina sobre seu trono. Ele tem um poder muito grande” [5].

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Fontes:
[1] Mariam, santa palestina - A vida de Maria de Jesus Crucificado, Pe. Estrate, Téqui éditeur, Paris, 1999, pg. 138
[2] Pe. Estrate, op. cit., p. 254-255
[3] Pe. Estrate, op. cit., p. 288-289
[4] op. cit., p. 370
[5] op. cit., p. 376