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Esclarecimentos sobre este site e seus autores, tendo em vista as citações do mesmo pelo brasilianista Georg Wink


*Consertado os hiperlinks daqui para a página "quem somos".

Novamente, este site é citado por autor estrangeiro membro de um revolucionário observatório internacional, o qual se intitula brasilianista (outrora estrangeiros imparciais e menos subjetivos, e que até criticavam brasileiros de esquerda com fontes e documentos do que realmente houve na história do Brasil, como Stuart B. Schwartz).

Uma outra publicação estrangeira que cita este labor, e a qual noticiamos pela abundância de documentos inéditos, foi até mesmo citada por esta que há pouco nos chegou ao conhecimento. Veja:

Historiador americano narra, com fartas fontes e citando este labor, o profetismo de Dr. Plinio no Concílio Vaticano II

Aproveitando o ensejo da nova publicação, dispomos aqui certos esclarecimentos e observamos alguns elogios mais provavelmente não intencionais do autor.

Trata-se de Georg Wink,
"Brazil, Land of the Past: The Ideological Roots of the New Right", Bibliotopía, 2021, Cuernavaca, Morelos (México), um brasilianista e diretor do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Copenhague (Dinamarca). A sua obra contém 161 menções a Plinio Corrêa de Oliveira e 111 à TFP, e um número maior a outras figuras ideológicas que formam o que ele chama de direita até sua publicação.

-> Elogios que o autor provavelmente não teve a intenção

Toma o Syllabus do site como "o Syllabus da TFP" ("TFP's syllabus", p. 117, nota 98 e cita pelo menos uns três outros syllabus)


Os
"Syllabus" (listas) deste site são artigos em que se junta uma porção de idéias de um movimento ou pessoa relevante socialmente na atualidade e se coloca, em contraste, um compilado da Sagrada Escritura, dos Papas, Santos e teólogos sobre o mesmo tema em um hiperlink (ou uma referência a outro Syllabus que as contém) do modo mais breve e eficaz possível. De nenhuma maneira pretendem ter caráter condenatório, o que compete à hierarquia católica que vem do sucessor de S. Pedro. Pretende sim oferecer subsídio, primeiro para leigos que querem luz na escuridão, e segundo para um clero corajoso que sabe que a verdade reside nos séculos de tradição, e não numa seita nascida anteontem.

Muitas vezes imaginávamos como um dia realmente podiam servir de guia contrastante para contra-revolucionários opinarem, embasados na doutrina católica tradicional (e com uma adequada exposição para evitar afastar toda
aparência de tradô), acerca de pensamentos de certas figuras do passado ou presente que ainda influenciam, pois a Tradição da Sagrada Escritura, Papas, Santos e Teólogos a tudo julgará (por isso, Nosso Senhor disse que os Apóstolos julgariam as tribos de Israel, embora só um daqueles, S. Pedro, fosse o Papa).

O Sr. Wink, considerando um compilado daqui como obra da TFP, dá motivos para expormos esse antigo desejo. Porém, saibam todos: o conteúdo original deste site (seleção ou parte original) estará sempre aberto a críticas respeitosas (envie-as para o endereço
disposto ao final desta página).

Cita este site diversas vezes, bem como cita os pdf's que este site juntou


É incrível como para aqueles que se dizem contra-revolucionários e tradicionalistas este site é meramente bonzinho, mas para quem dedica a sua vida a observar o passo da Contra-Revolução ele merece ser citado.

Eis uma das razões por detrás do arrefecimento da atividade aqui: muitas vezes parecia que tudo aqui só servia para gente fora do público-alvo, embora suspeitamos o porquê, dado o modus operandi dos revolucionários high tech,
como já comentado.

-> Suposições falsas sobre este site e esclarecimentos sobre isso


Chama este site de "anônimo" ("anonymous webpage “O Príncipe dos Cruzados”", p.203, nota 47 e também p. 307)

Não sabemos como funciona no país do Sr. Wink, já no Brasil, onde este site é hospedado, o anonimato é vedado pela carta magna, a Constituição Federal de 1988:
"Art. 5º, IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato".

Bastava um pouco de boa vontade para visitar a seção do
"quem somos", descobrir os autores e entrar em contato via e-mail com o responsável pela comunicação. Cada artigo individual sem assinatura não prova um anonimato, e sim algo imputado ao conjunto dos autores daquela seção.

Muitos casos de sites de diversas vertentes ideológicas fazem uso do mesmo recurso de só imputar a um autor da equipe de editores quando o artigo é assinado.

O Sr. Wink algumas vezes parece entender isso, pois cita este site também como um grupo de seguidores que usa um pseudônimo, "published under a pseudonym by followers of Plinio Corrêa de Oliveira" (p.126, nota 17), o que mostra confusão se se considera as próximas citações (e Deus sabe se foram propositais ou não).

Confundiu algumas vezes o nome deste site e as datas dos compilados deste site (p. 313)

Para um alemão, o Sr. Wink devia prezar mais pelas regras e boa ordem. Citou o volume II como a
a primeira edição da parte 1 do volume I, de 2015 (a qual já reconhecemos como bem monstruosa na escrita), e citou o volume II como a primeira edição de 2018 (a qual hoje poríamos fogo, se não fosse digital, só por apresentar português péssimo nas partes não compiladas).

Citar um site sempre se faz melhor informando quando foi retirada a citação, pois na internet tudo é editável, o que nos leva à próxima correção.

Ademais, em outro lugar usa o singular: "O Príncipe do Cruzado" (p.126, nota 17).

Citações sem indicação do tempo em que se buscou uma fonte da internet

Um livro acadêmico geralmente se sujeita a regras que normatizam o modo de citar de acordo com o lugar citado. Também já fomos bem ruins em citações, porém, não há nenhum ânimo acadêmico por aqui.

Argumenta que este endereço mais provavelmente é tocado por gente na realidade de linha
bem oposta e até de uma pessoa que foi sedevacantista

Falando deste endereço, hipotetiza gratuitamente Georg Wink: "mais provavelmente manejado pelo sucessor de Fedeli, Alberto Zucchi e seu ex-aluno Felipe Coelho" ("probably managed by Fedeli’s successor Alberto Zucchi and his former student Felipe Coelho", p.203, nota 47).

Do último, não
tínhamos clara notícia até a citação. Parece ser mais um caso de "tipo humano tradô", que há tempos destrinchamos como categoria psicológica, pois foi aluno defensor do tradosismo da vertente de Orlando Fedeli, e depois defendeu o tradosismo de vertente sedevacantista, aonde ruma o tradô mitigado, se não arrependido, como falávamos naquele Syllabus do tipo humano tradô. Que Nossa Senhora proveja para que ele esteja em reto caminho hoje.

Reiteramos:
nunca, em nenhum momento, aderimos ao sedevacantista cismático ou mesmo colaboramos com Orlando Fedeli e sucessores.

Embora
tenhamos tomado algum jeito de tradô que parece sedevacantista, nunca aderimos a isso na teoria e na prática, e sempre repudiamos quem aderia, ainda que só na prática. Por isso, mais recentemente fizemos a imagem que consta na coluna à direita deste site como homenagem ao Papado do Pontífice Reinante Francisco.

Em relação ao Sr. O. F., quando se trava contato com sérias acusações assim, a primeira reação é, como todo católico deveria fazer, ouvir os dois lados, ou seja, ambas as publicações (conforme o princípio da Lei Mosaica em Dt XVI: "Estabelecerás juízes e magistrados em todas as cidades que o Senhor teu Deus te tiver dado, em cada uma das tuas tribos, para que julguem o povo com justo juízo, sem se inclinarem para uma das partes"). Por isso, repudiamos firmemente o que ele dizia, bem como o seu jeito tradosista de quem faz repeteco (ou realejo) de velha acusação, que só ganhou força por causa da inércia daqueles que deveriam estar vigilantes.


Por fim, saiba o Sr. Wink e todos, que cada artigo deste site virá sempre de uma digital pena de um postulante à "amigo da Cruz, do sofrimento e do desprezo"!

Syllabus Mons. Escrivá e Opus Dei: palavrões, ecumenismo, liturgicismo, etc

Até este site é santo segundo o novo procedimento da canonização 

Com a graça de Nossa Senhora esperamos que a Opus Dei, assim como aqueles que possuem apreço sentimental por ela ou pelo Mons. Escrivá (1902-1975), vejam este artigo com isenção de ânimo, avaliando as fontes aqui dispostas para cada tópico salientado. De fato, É NA TRADIÇÃO DA SANTA IGREJA CATÓLICA, ÚNICA E VERDADEIRA RELIGIÃO, que se encontra a verdade sobre qualquer assunto. Esta lista (Syllabus) fazemos sem nenhuma intenção além do limite do estado laical. Outras compilações:

Clique aqui para mais syllabus contra várias falsa-direitas 

Se alguém ainda acha que há infalibilidade nas canonizações, e tem boa vontade, clique aqui
 

Porém, se tem má vontade, procure outro lugar, porque aqui não haverá ladainha para o "servo de Deus", o "arcebispo vermelho" Dom Helder Câmara!





 

PALAVRÕES - embora alguns digam não haver relação entre "apostolado de la mala lengua", palavras usadas pelo sacerdote espanhol, e "apostolado dos palavrões", como foi traduzido, o fato é que o próprio site da Opus Dei assim o disponibiliza. Além disso, o contexto em que as palavras foram empregadas deixa bem claro:

"850. Que conversas! Que baixeza e que... nojo! - E tens de conviver com eles, no escritório, na "universidade, no consultório..., no mundo.

Se pedes por favor que se calem, troçam de ti. - Se fazes má cara, insistem. - Se te vais embora, continuam.

A solução é esta: primeiro, pedir a Deus por eles e desagravar; depois..., enfrentá-los, varonilmente, e empregar o "apostolado dos palavrões". - Quando te vir, hei-de dizer-te ao ouvido um bom repertório" [el "apostolado de la mala lengua”. –Cuando te vea ya te diré al oído un repertorio].

(Josemaría Escrivá, O Caminho, cap. 40. Grifos nossos: https://opusdei.org/pt-br/article/reparacao-ambiciosa/)


Contraste com a Tradição: Bíblia e santos sobre a modéstia no falar, como palavrões, chocarrice, etc. Respostas às objeções

Sobre o vício do falar imodesto, por Santo Afonso Maria de Ligório





ECUMENISMO, PLURALISMO, INTERCONFESSIONALISMO, ETC

“Amamos a necessária consequência da liberdade, isto é, o pluralismo. Na Opus Dei o pluralismo é querido e amado, e não simplesmente tolerado e de nenhum modo dificultado” 
(Tiempo de caminar – Ana Sastre, Ed. RIALP. 1989, pág. 127)

Mons. Escrivá confirma seu rompimento com a Tradição:

“A afirmação do pluralismo entre os católicos foi, nos primeiros anos da Opus Dei, uma novidade ininteligível para muitos, porque tinham sido formados em uma linha justamente contrária...”
(Monseñor Escrivá de Balaguer, Salvador Bernal, Ed. RIALP. 1976, pág. 311)


Mons. Escrivá reconhece que a Opus Dei é ecumênica:

“A Obra era, assim a primera associação da Igreja que abria fraternalmente seus braços a todos os homens sem distinção de credo ou religião [sin distinción de credo o confesión]”.(Tiempo de caminar – Ana Sastre, Ed. RIALP. 1989, pág. 610).

Contraste com a TradiçãoSagrada Escritura, Papas e Santos contra o ecumenismo ou contra a oração com os hereges e cismáticos

Ao Mons. Escrivá, as residências da Opus são intercofessionais:

“[nelas] vivem estudantes de todas as religiões e ideologias”.
(Conversaciones con Escrivá de Balaguer, Centro de Estudios Históricos San Josemaría Escrivá, Ed. RIALP. 1968, 117)


"[As obras apostólicas da Opus Dei] se projetam e governam com mentalidade laical. Por isso não são confessionais”
(Monseñor Escrivá de Balaguer Salvador Bernal, Ed. RIALP. 1976, pág. 309)



Contraste relativo com a Tradição: Papas contra a educação laica, neutra, mista (aos dois sexos juntos), sem filosofia cristã e com professores e alunos a-católicos 

Mons. Josemaria Escrivá parecia guiar-se por um sentimentalismo, sem levar em conta se este discordava ou não do espírito Evangélico:

"Vou contar-vos uma coisa que me tem sucedido muitas vezes, a última delas aqui, em Pamplona. Aproximou-se de mim um estudante que queria cumprimentar-me.
- “Monsenhor, eu não sou cristão” - disse-me - “sou maometano”
- “És filho de Deus como eu” - respondi-lhe. E abracei-o com toda a minha alma."
(
Conversas, número 85)

Contraste com a Tradição
: "Mas a todos que o receberam, deu o poder de se tornarem filhos de Deus, àqueles que crêem no seu nome".
S. João I, 12

Veja também
:
Bíblia, Papas e Santos confirmam: "fora da Igreja não há salvação"










LIBERDADE RELIGIOSA

Admitindo que sua obra é doutrinariamente inédita na Igreja:

“Nossa Obra é a primeira organização católica que, com a autorização da Santa Sé, admite como Cooperadores aos não católicos, cristãos ou não. Sempre defendi a liberdade das conciências”
(Monseñor Escrivá de Balaguer Salvador Bernal, Ed. RIALP. 1976, pág. 296).


"Eu defendo com todas as minhas forças a liberdade de consciência, que denota não ser lícito a ninguém impedir que a criatura preste culto a Deus"
(Mons. Josemaría Escrivá, Amigos de Deus, Quadrante, São Paulo, 1979, p.25).



Sem entrar em questões sobre como, e em quais condições essa autorização foi dada, notamos o contraste da Tradição com o Mons. Escrivá, que nunca disse: Bíblia, Papas e Santos confirmam: "fora da Igreja não há salvação"

Bíblia, Papas, Santos e teólogos contra a Liberdade religiosa. Respondem também se deve ser tolerada em algum caso

Bíblia, Papas, Santos e Teólogos contra a Separação Estado-Igreja, ou laicismo. A Igreja é a favor do Estado Católico, mas de que modo?






PRECURSOR DO CONCÍLIO VATICANO II
 
"Nos textos do Vaticano II, ouve-se o eco de muitas idéias pronunciadas pelo fundador do Opus Dei, São Josemaría Escrivá por volta dos anos trinta. Todos os Concílios formam uma unidade de magistério, onde não há contradição. Mas -- se é que se pode falar assim -- dir-lhe-ia que o Opus Dei tem, no Concílio Vaticano II, a sua pátria doutrinal, composta ao mesmo tempo de tradição e novidade"
(www. opusdei.org - artigo impresso de: http: //www.opusdei.org/art.php?=34&p=11445). 


Mons. Álvaro del Portillo, outro candidato a santo nos círculos da Opus Dei, confirma a sintonia com o Concílio Vaticano II:

“O Caminho foi preparando nestes tempo a milhões de pessoas para entrar em sintonia e acolher em profundidade alguns dos ensinamentos mais revolucionárias que, trinta anos depois, promulgaria solenemente a Igreja no Concílio Vaticano II“
(Estudios sobre el Camino: Mons. Álvaro del Portillo et alteri, Ed. RIALP. 1989, pág. 53) 


Muitos confirmam Mons. Escrivá como precursor do Concílio Vaticano II:

“O Fundador da Opus Dei, despois de muitos anos de incompreensões, teve a satisfação de que destacados Padres conciliares, como os Cardeais Frings (Colônia), Künig (Viena), Lercaro (Bolonha) e outros, lhe reconheceram como um verdadeiro precursor do Vaticano II, sobretudo no que diz respeito àqueles pontos capitais que, para o Concílio, marcavam o caminho a seguir no futuro”.
(Tiempo de caminar – Ana Sastre, Ed. RIALP. 1989, pág. 303)



Contraste com a Tradição: Concílio Vaticano II a-pastoral: a omissão em condenar o comunismo. História de uma omissão trágica com apoio Papal

Concílio Vaticano II aprovou a liberdade religiosa repudiada pela tradição católica


Bíblia, Papas, Santos e teólogos contra a Liberdade religiosa. Respondem também se deve ser tolerada em algum caso

Bíblia, Papas, Santos e Teólogos contra a Separação Estado-Igreja, ou laicismo. A Igreja é a favor do Estado Católico, mas de que modo?






LITURGICISMO

No seu famoso livro "O caminho", Mons. Escrivá escreveu:

"A tua oração deve ser litúrgica. - Oxalá te afeiçoes a recitar os salmos e as orações do missal, em vez de orações privadas ou particulares.” (no. 86)

Elogiado por Pio XII, o livro "Em Defesa da Ação Católica" (1943), de Plinio Corrêa de Oliveira, denunciava o movimento liturgicista que queria reduzir toda piedade leiga ao ato litúrgico.

Mais sobre isso: Papas, Santos e teólogos contra a participação ativa liturgicista na missa em desprezo do terço e piedades não-litúrgicas. Resposta a objeções












 
MISSA NOVA - É notório que o Mons. Escrivá não apresentou resistência filial ao missal novo de Paulo VI, pelo contrário, antes era entusiasta.
 

Contraste com a Tradição: Resumo do problema da missa nova segundo o tradicionalismo. Plinio Corrêa de Oliveira introduz o livro de Arnaldo Xavier da Silveira
 
Papas, santos e teólogos contra o liturgicismo do uso da língua vernácula

Papas e tradição contra o liturgicismo pró altar-mesa, altar único, padre voltado ao povo, e oposto a imagens sagradas. Resposta a objeções

Mons. Escrivá celebra alguma missa com elementos da reforma, que foi introduzida paulatinamente desde o Concílio. Pela foto, vê-se aspectos da reforma do rito latino: vestes cada vez mais góticas e ausência de sacras laterais.






-> CONCLUSÃO

Esta lista de pontos de ensinamentos do Mons. Escrivá que contrastam com artigos que iluminam a doutrina Católica Tradicional deve ser suficiente para que algum admirador veja que é a Tradição da Santa Igreja o caminho a ser seguido.

Rezemos para que a Opus Dei, onde se encontram pessoas de capacidade intelectual e cultura, se curve diante de Nossa Senhora Co-Redentora, e faça assim que tantos outros se curvem também, entre os quais estaremos nós, em ação de graças por isso e pedindo perdão pelos nossos pecados.



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Todos as fontes citadas foram consultadas no dia 30 de Julho de 2020.